O juiz Fabrício Dornas Caratas da 8ª Vara de Fazenda Pública julgou improcedente ação de improbidade administrativa movida pelo Ministério Público do DF contra o ex-governador Agnelo Queiroz (PT) e outras duas pessoas por nepotismo. Ele era acusado de nomear dois familiares, Carlos Alves e Alysson Carlos Alves, pai e filho, em cargos comissionados na Secretaria de Saúde.
A defesa do petista alegou que a pasta abriu Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar o caso ainda em 2012 e que tomou as devidas providências à época. “Quando soube da situação irregular caracterizada, Alysson requereu exoneração do cargo”, diz a sentença.
Esta é a terceira ação em que Agnelo é absolvido.
ANA MARIA CAMPOS A advogada Flavia Michelle Sampaio Torres, esposa do ex-ministro da Justiça e…
Da coluna Eixo Capital Em depoimento prestado à Polícia Federal (PF), o dono do Master…
Da coluna Eixo Capital Pesquisa realizada pelo GDF apontou que mais de um terço dos…
Da coluna Eixo Capital À Queima Roupa: Geraldo Magela, ex-deputado federal, ex-deputado distrital, ex-presidente da…
Presidente da Comissão de Orçamento, Economia e Finanças (CEOF) da Câmara Legislativa, o deputado Eduardo…
Os concursos públicos para ingresso na administração pública do Distrito Federal deverão obrigatoriamente cobrar "noções…