Após polêmica sobre sinalização de aportes do governo do DF em socorro ao banco, BRB frisou hoje que medida, se necessária, não vai retirar recursos previstos no orçamento para políticas públicas.
Por SAMANTA SALLUM
O BRB estuda mecanismos para iniciar o processo de venda dos ativos recuperados junto ao Banco Master. Segundo a instituição, “a medida contribuirá para o fortalecimento adicional da posição financeira do Conglomerado”. O banco está em meio a forte ação para garantir a imagem de solidez mesmo envolvido no escândalo do Master.
A Companhia soltou hoje outro informe oficial ao mercado para reafirmar que “possui plena capacidade de recompor seu capital”. E que “dispõe de plano estruturado para cenários de estresse, o qual não foi acionado até o momento.”
Dos R$ 12,76 bilhões eferentes à exposição bruta de carteiras com documentação fora do padrão exigido, mais de R$ 10 bilhões já foram liquidados ou substituídos. Perguntado pelo blog sobre exatamente que ativos e projeção de valores, não houve resposta ainda.
O BRB contesta cifras que estão sendo apontadas como tamanho do prejuízo. “As apurações conduzidas pelo Banco Central e pela auditoria independente da Machado Meyer, com suporte técnico da Kroll, ainda estão em curso e devem ser concluídas nas próximas semanas. Qualquer número não oficial divulgado publicamente é meramente especulativo, não correspondendo à realidade e não possuindo base técnica.”
Caso seja necessário socorro financeiro do acionista controlador, o GDF, o BRB tenta minimizar a polêmica já que o governador Ibaneis rocha já tinha declarado que havia crise de caixa do governo. “Aportes do acionista controlador não vão retirar recursos previstos no orçamento para políticas públicas”, pondera o Banco de Brasília.
Sobre comunicados do Banco Central e do Ministério da Fazenda, destacou que o diálogo com órgãos ãos reguladores “faz parte da rotina de todas as instituições financeiras legalmente reguladas.”
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