Por SAMANTA SALLUM
A decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, de manter a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 15% ao ano (a.a.), “sufoca a economia e isola o Brasil no contexto internacional dos juros reais”, avalia a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O banco central dos Estados Unidos, por exemplo, cortou a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual na última reunião.
Segundo o presidente da CNI, Ricardo Alban, a continuidade da política monetária excessivamente contracionista é prejudicial ao país.
“A Selic tem freado a economia muito além do necessário, uma vez que a inflação está em clara trajetória de queda. A taxa de juros atual traz custos desnecessários, ameaçando o mercado de trabalho e, por consequência, o bem-estar da população. Além disso, o Brasil segue com a segunda maior taxa de juros real do mundo, penalizando duramente o setor produtivo”, critica.
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