O evento da ABDI tem foco em inovação e sustentabilidade. O nome é uma homenagem à ave típica do Cerrado brasileiro, conhecida por seu canto que anuncia mudanças no tempo, como a chegada da chuva
Por Samanta Sallum
A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), vinculada ao MDIC, lançou oficialmente ontem o Festival Curicaca, que será um grande evento de inovação, sustentabilidade, cultura e desenvolvimento tecnológico do país. Pretende reunir cerca de 100 mil pessoas na capital federal entre 7 e 10 de outubro. Público de outros estados virá à capital federal participar.
O evento será realizado no estádio Arena BRB – antigo Mané Garrincha – e em diversos outros pontos da cidade. Entre os parceiros do projeto, estão CNI, Petrobras, UnB, Sebrae, P&D e BNDES. O investimento será de R$ 19 milhões, que virão do orçamento da ABDI e de empresas e instituições patrocinadoras.
O festival também terá rotas de gastronomia e cultura, circuitos de startups, games e exposições. A estrutura principal do Festival Curicaca será na Arena BRB com seis palcos internos, 10 casas de ativação, 70 estandes e 50 salas multiúso.
Um dos destaques será o Palco NIB, com capacidade para 1,5 mil pessoas, que receberá cincokeynotes speakers, 26 painéis, além das cerimônias de abertura e encerramento e uma programação especial de shows.
O Festival homenageia a ave típica do Cerrado brasileiro, conhecida por seu canto que anuncia mudanças no tempo, como a chegada da chuva. A simbologia da curicaca dialoga diretamente com a missão do festival, segundo a ABDI: ser um marco transformador para a sociedade.
“O Curicaca chega ao Distrito Federal para mostrar que a indústria de nosso país pode muito e deve apostar em novas tecnologias. Trazer aqui o que há de mais novo na fronteira da inovação é mais um pontapé para fomentar o desenvolvimento do nosso país”, destacou o presidente da ABDI, Ricardo Cappelli.
Ciência e Tecnologia
A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, participou do evento ontem na sede da ABDI. “Um dos grandes desafios brasileiros é fazer com que a nossa excelente produção científica e tecnológica — que é reconhecida internacionalmente, somos a décima produção científica do mundo — tenha mais visibilidade ”, reforçou.
A reitora da UNB, Rozana Naves, destacou o papel central das universidades na inovação: “Isso ficou ainda mais evidente durante a pandemia, quando atuamos fortemente no apoio ao setor público e em parcerias com empresas, especialmente na área da saúde. Brasília tem essa tradição, tanto na indústria de base quanto na de inovação.”
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