“O Brasil não pode recuar para o protecionismo”, afirma Hugo Motta

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Em evento liderado pelo PL, que reuniu a Frente Parlamentar do Livre Mercado, presidente da Câmara disse que país precisa avançar na reforma tributária. Reunião teve a presença de Caiado e Zema

Por Samanta Sallum

Horas antes de Trump adiar por 90 dias a implementação do tarifaço, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), pregou em evento com lideranças políticas a não retaliação aos EUA. Alertou para os riscos do protecionismo diante do novo cenário internacional e afirmou que o Brasil deve apostar no livre mercado como motor do desenvolvimento. “O Brasil não pode recuar para o protecionismo. O caminho é o livre mercado, a redução da burocracia e a coragem de enfrentar os desafios com equilíbrio e responsabilidade.”

A fala foi feita em evento da Frente Parlamentar do Livre Mercado (FPLM), que inaugurou oficialmente a Casa da Liberdade, em Brasília. O espaço nasce com a missão de ser o centro dos debates sobre livre mercado, empreendedorismo e liberdades individuais no Congresso Nacional.

Avançar na reforma tributária

Motta também pontuou que o país deve continuar sua trajetória como grande exportador, gerador de empregos e renda.“Temos que fazer o dever de casa, diminuir a burocracia, avançar na reforma tributária e fortalecer o papel do Congresso como espaço legítimo de solução”, disse.

Na ocasião, foram empossados os novos presidentes da FPLM para o biênio 2025-2026, deputada federal Caroline De Toni (PL-SC) e o senador Carlos Portinho (PL-RJ).

A cerimônia reuniu lideranças políticas e representantes do setor produtivo e sociedade civil, além dos governadores Ronaldo Caiado (GO), Romeu Zema (MG) e Jorginho Mello (SC). Representaram o DF a deputada Bia Kicis (PL) e o senador Izalci Lucas (PL).

Tamanho do Estado

“Nossa meta é clara: limitar o tamanho do Estado, reduzir os entraves e dar espaço para que o povo brasileiro possa empreender, inovar e prosperar com liberdade”, ressaltou a deputada De Toni. “Nós vamos defender a liberdade de expressão, a liberdade de mercado e o direito de viver de todos”, completou o senador Portinho.

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