Sindicato da Indústria da Construção Civil reúne autoridades do Judiciário, GDF e Ministério Público em evento para combater a grilagem e evitar suas consequências ambientais
Por Samanta Sallum
“Muitas vezes, os criminosos usam diversos artifícios para tentar descaracterizar uma área ambiental, porque uma área devastada chama menos atenção e é mais fácil para ser parcelada de forma irregular. É o modus operandi desses criminosos”, aponta o diretor de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Sinduscon-DF, Luciano Alencar. Os avanços dos incêndios e demais consequências ambientais provocados pela grilagem serão debatidas amanhã em evento realizado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Distrito Federal.
Autoridades do Executivo, do Judiciário e do Ministério Público vão apresentar as principais estratégias de combate ao crime.
Crise hídrica
Por se tratar do Distrito Federal, as invasões em áreas impróprias comprometem a capacidade hídrica, pois muitas delas ocorrem em áreas ecologicamente sensíveis. Isso diminui a capacidade de recarga de aquífero, o que resultará em desabastecimento da população brasiliense, como ocorreu em 2018.
“Antes desmatavam. Agora, a nova forma de grilagem degarada e queima”, frisa Luciano Alencar.
Muitas presenças importantes estão confirmadas no debate: o presidente da Câmara Legislativa, Wellington Luiz; o desembargador Renato Scussel, presidente da Comissão Regional de Soluções Fundiárias do TJDFT; os secretários de Meio Ambiente, Gutemberg Gomes; de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz; e o presidente do Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Rôney Nemer.
O juiz do TJDFT Carlos Maroja e o promotor de Justiça do MODFT Denio Augusto de Oliveira Moura também participam. O presidente da Ademi-DF, Roberto Botelho, será um dia mediadores, além do anfitrião do evento, Adalberto Valadão Jr, presidente do Sinduscon.
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