Segundo o Presidente em exercício, isso não afetará comércio entre Brasil e Argentina. E sobre alta do dólar, diz que “mercado é estressado”
Por Samanta Sallum
Em meio a atritos com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o presidente argentino Javier Milei se encontrou com Jair Bolsonaro (PL) em um evento de extrema direita em Santa Catarina, no domingo, e não participou da reunião do Mercosul na segunda-feira, no Paraguai. Apesar disso, o presidente em exercício, Geraldo Alckmin, afirmou hoje que o comércio entre Brasil e Argentina não será atingido por essa decisão do presidente. “Não afeta. São relações de Estado. O mau gosto do Milei é assunto dele. Temos que fortalecer as relações de Estado”, frisou. Alckmin participou em Brasília hoje do evento “Transformar Juntos”, organizado pelo Sebrae Nacional.
Sobre a alta do dólar, Alckmin defendeu o câmbio flutuante. Avalia que a moeda deve cair nos próximos dias. “Do mesmo jeito que subiu, o dólar reduz. Ele tem oscilações e deve ser flutuante mesmo. Acredito que vai cair mais. É que o mercado é estressado. Não tem nenhuma razão para ter ido no patamar que foi. A tendência é que caia “, comentou.
Em seu discurso, Alckmin reforçou ainda que o comércio entre os países do Mercosul precisa se intensificar. “O mundo é globalizado, mas o comércio é inter-regional. EUA, Canadá e México, 50% do comércio é só entre eles. Os 27 países da União Europeia, 60% do comércio é só entre eles. Na Ásia, 70% do comércio é só entre eles. Nós aqui na América Latina, é 26%. Nós temos que fortalecer o comércio entre os vizinhos” explicou.
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