Meta do mercado de seguros é chegar a 10% do PIB nacional

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Por Samanta Sallum

O mercado brasileiro de seguros está dando uma guinada nas estratégias de atuação com o objetivo de popularizar a oferta de serviços. Também está se posicionando fortemente junto do governo federal e do Congresso para mostrar o impacto do setor na economia, responsável por 252 mil empregos e com arrecadação que alcança 6,2 do PIB nacional. A Confederação Nacional das Seguradoras, que engloba Fenseg, FenaPrevi, FenaSaúde e FenaCap, tem como meta de crescimento alcançar 10% do PIB nacional até 2030.

Reunião com Haddad

O atual presidente da Confederação é Dyogo Oliveira, ex-ministro do Planejamento no governo Temer e ex-presidente do BNDES (foto). Ele fica baseado em Brasília e esteve recentemente com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para tratar de pautas do setor. “O ministro foi receptivo. E tem bom conhecimento da nossa área. Ele mesmo lembrou que foi um dos que elaborou a tabela Fipe, a que virou referência para a correção dos valores para pagamentos de seguro automóvel”, contou Oliveira à coluna.

Mudança na imagem pragmática

O executivo assumiu a CNseg com a missão de descomplicar o acesso da população a seguros e planos de previdência e de saúde.

Dar uma cara nova, mais ágil e moderna ao segmento, até então visto como conservador e somente pragmático.”Queremos, inclusive, substituir as palavras técnicas como sinistro. Ora, vamos simplificar a linguagem de forma positiva. E mostrar que nossos serviços podem ser acessíveis a um número muito maior de pessoas”, reforça Oliveira.

Atletas

Entre as novidades de renovação de imagem do setor está a decisão de passar a patrocinar atletas olímpicos.

Números

R$ 451 bilhões

Valor de indenizações pagas em 2022 pelas seguradoras

R$ 7,12 bilhões

Valor pago a 193 mil famílias que perderam parentes na pandemia de Covid. Indenização foi realizada mesmo sem a obrigatoriedade prevista no contrato das apólices

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