Coluna Capital S/A, por Ana Dubeux (Interina)
Os atos terroristas de domingo se inscrevem entre os mais bárbaros contra os poderes da República na história brasileira e exigem punição rigorosa dos autores, por ação ou inação. Mas, ao mesmo tempo, empresários e representantes da sociedade civil querem separar o joio do trigo e evitar a perda das conquistas políticas e administrativas do DF, e a consequente inanição de Brasília como capital.
Sem prejuízo do processo de investigação e de punição dos responsáveis pela tragédia cívica, esses setores desejam evitar que a ausência do governador e a expectativa do retorno ao cargo não inibam a economia local. O ex-governador, ex-senador, ex-reitor da UnB, Cristovam Buarque, é um dos nomes que defende a tese capitaneada por 9 em 10 lideranças econômicas e políticas da cidade.
A intervenção na área de segurança é temporária, termina dia 31. E foi uma decisão do Executivo Federal, do presidente Lula. Não atingiu os poderes Executivo e Legislativo local. A decisão do afastamento do governador veio de outra fonte, o Judiciário, e terá mais desdobramentos políticos. Foi uma decisão grave. Ibaneis terá três meses para provar (ou não) sua inocência junto ao Judiciário. Há uma questão legal a ser vista: se o afastamento de Ibaneis for definitivo, haverá nova eleição, ou Celina assume até o fim do mandato?
A autonomia política de Brasília precisa ser preservada.
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