Economia da Chapada dos Veadeiros surfa na onda da posse de Lula

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Coluna Capital S/A, por Ana Dubeux (Interina)

Depois de acompanhar a posse do presidente Lula no dia 1° em Brasília, muita gente que veio de outros estados deu uma esticadinha rumo à Chapada dos Veadeiros. Maior cidade próxima ao parque, Alto Paraíso de Goiás está lotada.

Quem aproveitou a proximidade para visitar as belezas telúricas 170km a nordeste da capital da República não se arrependeu.

Pousadas, cachoeiras e restaurantes cheios, principalmente de pernambucanos e paulistanos, que invadiram o local. Boné do MST e bandeira de Pernambuco viraram os principais “itens de moda”. O comércio e a economia local agradecem!

Embora essa não seja a melhor época para conhecer a Chapada por causa das chuvas, muitos turistas pegam a GO-118, uma das mais belas rodovias goianas rumo aos maiores chapadões do Planalto Central. Um alerta: é preciso ter cuidado com as trombas d’água, extremamente inesperadas e perigosas.

Turistas descolados aquecem Brasília

Quem deve estar apostando no novo governo são os bares, restaurantes, feiras e lugares descolados de Brasília. Os vermelhos e os de tons próximos adoram uma roda de samba, uma roupa artesanal, uma comida vegana. E estão chegando com muita vontade de aproveitar a temporada brasiliense. Quase uma semana depois da posse, Brasília continua cheia de turistas. Parentes dos recém e futuros empossados do primeiro, segundo, terceiro, quarto escalão esticaram a visita por mais um tempo.

Os aluguéis e airbnb em Brasília, como de hábito, começam a subir por conta da mudança de governo. Pousadas e hotéis comemoram a fase. Como diria um conhecido motorista de táxi da cidade — líder atuante e bolsonarista: “Nossa categoria não vota em Lula, mas nos governos do PT o movimento sempre aumenta”. Seguindo a tradição popular: “Dinheiro não aceita desaforo”, tanto o taxistas, quanto empresários que apoiaram o ex-presidente usam do pragmatismo, deixaram de lado a política e estão aproveitando a temporada.

O céu é o limite!

Michele Cristina Melo é um exemplo extremamente positivo para todas as mulheres que sonham em atuar na área espacial, principalmente no Brasil. Apesar disso, ela é uma exceção. Nascida no interior de São Paulo, no Vale do Paraíba, formou-se em economia em Uberlândia (MG). Fez mestrado na área de indústria e inovação, além de doutorado. Deu aula na Universidade Federal Fluminense e, depois de oito anos no Rio decidiu mudar-se para Brasília. “Eu sou do interior de São Paulo. Cheguei aqui em 2015 e pretendo não sair tão cedo. Me apaixonei pela cidade.”

Passou em concurso no Ministério da Saúde e, em seguida, foi aprovada na Agência Espacial Brasileira. “Era o que eu gostaria de assumir, até por causa da minha área de atuação, que é ligada à inovação. Tenho realizado estudos em economia espacial”, conta. Ela tem artigos publicados nas principais revistas especializadas na área, mas ressalta que estar neste meio é muito desafiador. “É meio complicado, porque, historicamente, é uma área muito machista”, conta.

Michele é a única servidora da Agência Espacial Brasileira a fazer parte de comitês da Federação Internacional de Astronautas. Para ela, a indicação de Luciana Santos como ministra da Ciência e Tecnologia é um alento para as mulheres. “É uma esperança de que algumas coisas podem mudar no campo científico e que esse tipo de mudanças possa acontecer também agora na área espacial”, comemora.

Para melhor servi-los
A mediatech Brasil Paralelo ganhou, pelo segundo ano consecutivo, o Prêmio Reclame Aqui — um dos maiores reconhecimentos na Área de Atendimento ao Cliente no Brasil. Disputando com grandes players do mercado na categoria Entretenimento — Serviços de Streaming. A Brasil Paralelo levou o prêmio com quase 15 mil votos. Com mais de 300 funcionários, a empresa busca um trabalho focado em comunicação direta com os assinantes.

samantasallum

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