A empresários, Pacheco chama negacionismo de “brincadeira macabra medieval”

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Por Samanta Sallum

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, criticou de forma contundente o movimento negacionista da pandemia no Brasil que negava a gravidade da situação. Ele classificou como “imaturidade política” a forma como foi conduzida a gestão de enfrentamento ao vírus.

“Em vez de estarmos unidos, o que vimos foi um acirramento político, teses antagonistas, uma imaturidade política nacional”, disse Pacheco, em almoço com 100 empresários no Brasília Palace, onde fez uma palestra.

Afirmou que foi “inaceitável” o negacionismo da pandemia. “Uma brincadeira macabra medieval”, disparou.

Pacheco, recém-filiado ao PSD, é pré-candidato à Presidência. E aproveitou a palestra para seguir no tom de terceira via, querendo se descolar da polarização entre Bolsonaro e Lula.

Sem citar nomes, lembrou a crise institucional agravada no 7 de setembro. Na ocasião, houve uma forte crítica disparada pelo presidente Bolsonaro ao STF.  “É impensável que se questione a democracia. Que se cogite algo que não seja o Estado democrático de direito e o respeito às instituições”, reforçou.

Pacheco avaliou como erro estratégico hostilizar a China, “como vemos alguns fazendo”.  “A China é uma grande parceira comercial. O Brasil depende mais da China do que ela de nós.”

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