Por Samanta Sallum
O Brasil celebra hoje o Dia da Micro e Pequena Empresa. A data é considerada um marco para a economia do país e foi escolhida devido à criação do estatuto que rege o setor. Atualmente, o país conta com mais de 17 milhões de pequenos negócios (7 milhões de micro e pequenas empresas e 10,9 milhões de MEI). Juntos representam 99% da classe empresarial e são responsáveis por 30% do PIB. No DF, existem cerca de 360 mil micro e pequenas empresas.
Mercado de trabalho
Números do Ministério da Economia apontam que as empresas optantes do Simples Nacional geram mais da metade dos empregos formais (55%) e participam de 44% da massa salarial.
“Na retomada da nossa economia, apostar na Micro e Pequena Empresa é apostar na geração de empregos, na distribuição de renda e no desenvolvimento do Brasil”, destaca o superintendente do Sebrae no DF, Valdir Oliveira.
Consultorias
Desde o início da pandemia, o Sebrae no DF tem oferecido consultorias para os empreendedores, com soluções on-line e também presenciais para que recebam orientações e apoio no enfrentamento à nova realidade de mercado imposta pela pandemia. Marketing digital, otimizar custos, remodelar o negócio são temas abordados nas mentorias.
Sete em cada 10 empregos
Das 372,2 mil vagas de trabalho criadas, em agosto, os pequenos negócios foram responsáveis por 265,1 mil. Isso corresponde a cerca de sete em cada dez novos postos abertos no Brasil. São as micro e pequenas empresas que mais geram empregos no país.
Reação
Também foram as que mais dispensaram colaboradores quando a pandemia chegou, em março de 2020. No entanto, nos últimos oito meses, vêm apresentando saldo positivo nas contratações, mostrando força na retomada da economia. É o que aponta levantamento feito pelo Sebrae, baseado nos dados do Caged, do Ministério da Economia.
Serviços e comércio
O setor de Serviços, um dos mais impactados pela pandemia do coronavírus, foi o responsável por cerca de 46% das vagas de empregos dos pequenos negócios, contratando 119,3 mil trabalhadores, quase o dobro das contratações feitas pelas médias e grandes empresas. Na sequência, aparecem Comércio com 69,8 mil, Indústria da Transformação (40,6 mil), Construção (30,7 mil) e Agropecuária (2,5 mil).
“Os pequenos negócios são os primeiros a sentir os efeitos de uma grande crise, mas também são os primeiros a conseguir se recuperar, inclusive pela sua estrutura mais enxuta. Por isso são tão importantes a criação e a manutenção de políticas públicas que incentivem esse segmento”, afirma o presidente do Sebrae nacional, Carlos Melles.
Adaptação
A pandemia tem sido responsável por acelerar transformações e elevar a capacidade de reação da maioria dos donos de micro e pequenas empresas, conforme aponta a 12ª edição da Pesquisa de Impacto da Pandemia nos Pequenos Negócios, realizada pelo Sebrae em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), entre o fim de agosto e o início de setembro. No DF, 63% se adaptaram ou se reinventaram.
Preço da gasolina
A pesquisa também revelou que a alta no preço das mercadorias e os sucessivos aumentos nos combustíveis têm sido os fatores que mais pressionaram os custos dos pequenos negócios. Até agosto, o preço da gasolina havia avançado mais de 31%, enquanto o do diesel acumulava alta de 28,02%. A projeção do setor financeiro é que a inflação fique em torno dos 8,5% neste ano.
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