A região vive uma crise sem precedentes com 101 lojas e mais de 680 salas fechadas em diferentes prédios. Levantamento do Sindicato do Comércio Varejista – Sindivarejista – indica que, das seis quadras, a que mais tem pontos sem funcionar é a Quadra 2, com 28 lojas sem operar há pelo menos oito meses.
O projeto do GDF para revitalizar o setor ainda não saiu do papel e os comerciantes esperam uma solução para o impasse, que desvaloriza os imóveis.
Segundo o Sindivarejista, as razões da crise no SCS passam pela pandemia, excesso de ambulantes, falta de estacionamento e de segurança tanto de dia quanto à noite e muitos prédios antigos construídos sem vagas para carros no subsolo.
“As lojas e salas fechadas não geram emprego e renda, contribuindo para acentuar a crise que atinge há anos o SCS. Há que se buscar uma solução para ao menos reduzir esse cenário negativo”, afirma o presidente do Sindivarejista, Edson de Castro. Ele lembra que o setor, criado em 1960, foi envelhecendo cedo com o surgimento de prédios modernos em outras áreas de Brasília.
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