Por Samanta Sallum
Em clima de revolta e desespero, os empresários estão reagindo ao decreto de lockdown no DF. Sentem-se traídos, porque o governador Ibaneis Rocha tinha descartado publicamente a medida na semana passada. Mas, dois dias depois, anunciou a suspensão das atividades comerciais e industriais no DF. Nem mesmo a liberação de algumas acalmou o setor que anuncia quebradeira e demissões em massa.
Disputa ideológica
O GDF alega que a migração de pacientes de outros estados, especialmente do Amazonas, para a capital federal agravou o cenário de ocupação de leitos de UTI, obrigando à medida extrema.
O governo tenta acalmar os empresários sinalizando a reavaliação do cenário dia a dia para liberar assim que possível as atividades. No entanto, a questão da saúde pública, segundo integrantes do GDF, está sendo usada para radicalizar os protestos contra o lockdown com viés político numa guerra ideológica já estabelecida há mais tempo pelos balsonaristas.
Pressão para lockdown terminar essa semana
A Abrasel DF afirmou que também foi pega de surpresa com a repentina mudança de atitude do GDF. Mas tem esperança de que o lockdown termine ainda nesta semana.
“O governador disse que tem gente trabalhando para poder abrir leito, para dentro de 3, 4 dias a taxa de ocupação diminuir e a gente possa reabrir as empresas. Precisamos reabrir as empresas esta semana para evitar um desastre no setor!”, disse Beto Pinheiro, presidente da Abrasel-DF, que participou dos protestos ontem na rua.
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