Por SAMANTA SALLUM
“Apoiamos o lockdown no DF. Diante da gravidade da pandemia, sabemos que eram necessárias novas medidas restritivas. Mas o decreto veio muito rígido com o setor industrial desta vez. Isso não tinha acontecido no ano passado, quando algumas atividades foram preservadas “ , disse o presidente da Federação das Indústrias do DF, Jamal Bittar.
Segundo ele, interromper a produção industrial pode acarretar em falta de produtos para a população.
“Estamos preocupados de uma forma geral, com a sociedade como um todo. Precisamos resguardar o fornecimento de mercadorias aos consumidores”, destaca Bittar.
A Fibra vai encaminhar até amanhã, ao GDF, documento com sugestões para uma revisão do decreto. A entidade vai pedir que as indústrias tenham autorização para funcionar pelo menos para não comprometer o abastecimento mínimo do comércio e mercado consumidor.
O Setor da construção civil, que não tinha parado na pandemia, foi agora atingido pelo decreto do GDF. A medida surpreendeu também a Fibra. Mas as padarias foram liberadas para funcionar – um pedido da entidade ao governador.
”O índice de contágio na atividade industrial é baixíssimo. Isso já foi provado. Acreditamos que é possível fazer algumas adaptações ao decreto”, destacou Bittar.
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