A Fecomércio-DF concluiu um levantamento sobre a população em situação de vulnerabilidade social por regiões administrativas. A pesquisa vai nortear uma das principais ações da entidade para 2021: a inserção dessas pessoas no mercado de trabalho para que tenham renda ou consigam aumentá-la e, assim, possam sair do estado de pobreza. Para isso, são necessários capacitação e encaminhamento às vagas nas áreas que precisam de mão de obra atualmente.
“Dar a cesta básica é importante, garantir o alimento, como fizemos no projeto Mesa Brasil, do Sesc. Realizamos uma grande distribuição. Mas isso não é o suficiente para resolver o problema das milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade no DF que precisam receber assistência”, afirma o presidente da Fecomércio, Francisco Maia. Segundo ele, a entidade vai concentrar esforços com os sindicatos empresariais filiados para empregar essas pessoas.
A pesquisa aponta que no DF vivem 336 mil pessoas em condições de pobreza e 51 mil de extrema pobreza. Varjão, Samambaia e Itapõa são as regiões com maior índice de população desocupada, cerca de 12%. E o Paranoá é a região em que mais mulheres são chefe de família.
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