Cinco dicas para escrever datas

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1. Os meses não têm pedigree. Escrevem-se com inicial minúscula: janeiro,  fevereiro, março.         2.Menos é mais. Faça duas economias. Uma: deixe pra lá o dígito zero antes do número referente ao dia do mês. Dois: mande pras cucuias o ponto que separa o milhar na indicação de ano: 5 de março de 2017.         3. Menor é melhor. Desnecessário escrever dia antes do dia, […]

Dá ou dar? Está ou estar?

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Dá ou dar? Depende: Dar tem dois empregos. Um: em locução (acompanhado de outro verbo): Vera parece dar atenção ao filho. A atriz pode dar atenção ao garoto. A mãe vai dar atenção ao pequeno Gabriel. Dois: nas orações reduzidas de infinitivo. Aí, vem antecedido de preposição: trabalha para dar conforto à família. Gosta de dar esmola aos pobres. Perdeu o emprego por não dar […]

Time plural: óculos, férias & cia.

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As palavras são criaturas dos homens. Como os criadores, têm manias. Algumas só se usam no plural. É o caso de anais, antolhos, cãs, condolências, exéquias, férias, fezes, núpcias, óculos, olheiras, pêsames, víveres. Os naipes do baralho também entraram na onda (dama de copas, rei de espadas, dois de ouros, nove de paus). Artigos, adjetivos, pronomes e verbos a elas relacionados vão atrás. Concordam com […]

M ou n? Olho nas paroxítonas

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M ou n? Quase sempre m. O português tem pouquíssimas palavras terminadas com n. Éden, glúten, hífen, hímen, líquen, pólen, sêmen servem de exemplo. Olho vivo com essa turma. Todas jogam no time das paroxítonas. No singular, ganham acento. No plural, dispensam grampinhos, lenços e documentos: edens, glutens, hifens, himens, liquens, polens.

Pontos nos ii: origem

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Vamos pôr os pontos nos ii? A expressão não deixa dúvida. Refere-se ao esclarecimento rigoroso de determinada situação. Ela nasceu há muito tempo — na época em que só se escrevia à mão. Pra evitar que dois ii fossem confundidos com u, passou-se a acentuar o i. No século 16, pontos substituíram os grampinhos. Daí os pontos nos ii.

De onde vêm as ideias?

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Ideias não surgem do nada, mas do acúmulo de informações. Segundo o neurocientista Henrique Del Nero, da USP, a criatividade é proporcional ao repertório. “A mente calcula qual a melhor jogada a partir da maior taxa de informações com a menor redundância”. Por isso, fique esperto. Enriqueça seu banco de dados com atividades que, além de despertar a imaginação e a fantasia, gerem novas imagens. […]