“Se reforma da Previdência não sair, terá plano B”, diz presidente do BB

Publicado em Economia

O presidente do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli, diz que há um volume enorme de investimentos prestes a sair da gaveta, mas, para isso, é necessário que o Congresso aprove a reforma da Previdência para permitir um ajuste mais consistente das contas públicas. Em entrevista ao CB. Poder, transmitido pela Tevê Brasília em parceria com o Correio, ele reconhece que ficou mais difícil uma vitória do Planalto, mas, “se a reforma não sair, terá um plano B”

 

https://www.youtube.com/watch?v=qpOLCqY6LV4

 

Caffarelli diz que o pior da recessão ficou para trás e que os bancos estão preparados para atender a demanda maior por crédito quando o crescimento for retomado. Ele garante que o sistema financeiro vem repassando, de forma sistemática, para os consumidores a redução da taxa básica de juros (Selic). Desde outubro de 2016, a Selic recuou de 14,25% para 9,25% ao ano. “O repasse está sendo feito a cada queda da taxa básica”, afirma. Ele reconhece, porém, que, mesmo com todo o recuo, os juros cobrados de empresas e consumidores são muito altos.

 

https://www.youtube.com/watch?v=oxI4xYoZFZM

 

“Quanto mais rápido a economia retomar, quanto mais a carteira de crédito crescer, quando mais a inadimplência cair, menores ficarão as taxas de juros”, diz o presidente do BB. Ele garante que o banco está fazendo sua parte ao reduzir os juros e ampliar a oferta de crédito. “Assim como na crise de 2009, o Banco do Brasil não deixou, em nenhum momento, de assistir seus clientes, principalmente as empresas”, frisa.

 

Sobre o envolvimento do Banco do Brasil em denúncias de corrupção (um ex-diretor, Henrique Pizzolato, foi preso durante o mensalão, e um ex-presidente, Aldemir Bendine, acabou atrás das grades durante a Operação Lava-Jato), assegura que a instituição está colaborando com a Justiça. “Não vou entrar em casos específicos, mas quero dizer que o Banco do Brasil, ao longo do tempo, tem um trabalho muito forte de colaboração com as autoridades. Em nenhum momento, nos privamos de prestar qualquer tipo de informação que possa auxiliar os trabalhos de investigação”, assinala.

 

Brasília, 16h15min

4 thoughts on ““Se reforma da Previdência não sair, terá plano B”, diz presidente do BB

  1. Sei que em tese não tem nada a ver o que vou postar, porém como já perdemos a esperança de sermos ouvidos aqui no litoral, talvez em Brasília tenha algum repórter com coragem de tocar no tema. Diante da crise assoladora dos últimos três anos despenca do ribanceira abaixo o país, dia 05/09/2017 completa três anos do nosso tempo de cadastrados no OGMO de São Francisco do Sul em SC. Foi um dos concursos da época em que a máquina concurseira no país ainda estava rodando…hoje em dia é só dinheiro jogado fora.
    O povo desconhece completamente o que é ser um portuário de porto público ( TPA) e as brechas absurdas inconstitucionalidade desse modelo de trabalho até pouco tempo comandado por nepotismo ( passava de pai para filho um direito público de trabalhar no porto atravéz de sindicatos ou indicados por operadores portuários.) É trágico o descaso da mídia em fugir de tocar nesse assunto que corresponde a porta de entrada e saída das riquezas do país que é o porto.
    Quando falo de inconstitucionalidade falo do artigo 5° totalmente esquecido ao criarem na lei 12.815( ou caribarem) a oficialização do “cadastro”…uma “sub-especie” de seres humanos treinados com cursos da Marinha, aptos a trabalhar no porto público, melhor escolhidos por ser exigido escolaridade, atravéz de seletivo público.. porém sem nenhuma renda mínima( OIT 137, seguido e assinado pelo Brasil no atual att.42 para.2° da lei 12.815 …porém não posto em prática nem fiscalizado???), Para ficar de seis em seis horas preso a um sistema de habilitações com esperança de fazer uma pegada de trabalho e nada conseguir das migalhas deixadas por fainas que os registrados as vezes não conseguem pegar por estarem com menos de 11 horas de descanso….porque se pudessem pegavam tudo e nada nos deixariam…passar por isso durante três anos no mínimo ouvindo humilhação direta em grupos de whatsapp e na própria chamada onde nem da vontade de ir tamanha tanta ignorância.
    Um absurdo um sistema em que enquanto um registrado ganha seus dez mil reais por mês o sistema cria o cadastrado que as vezes recebe menos de R$ 300,00 em um mês inteiro??
    É o pior ainda….os aposentados nesse regime, mesmo aos cacos caindo dos pedaços com seus cinco mil garantidos todo mês, ainda tem o direito por lei também de pegar serviço a cada onze horas de descanso na frente dos cadastrados que podem estar a um mês esperando e passando cartão a cada seis horas para levar o mínimo para sustentar suas famílias.
    É triste ver diariamente as mesmas pessoas enchendo o bolso trabalhando de manhã e a noite..sua vezes no mesmo dia sendo registrado ou aposentado e a gente querendo o mínimo para nossas famílias não ter nada porque a lei federal nos discrimina, nos criou e nos prende a um sistema porco e omisso da sociedade que não sabe o que realmente acontece nos portos do Brasil.
    Espero que um dia tenha repórteres que não se vendam e não se intimidem com pressão sindical ou propinas das empresas para abafar essa reportagem…pois por outros meios já tentamos.. e todas se corrompem ou confessando terem sido “obrigadas” a não pesquisar melhor o assunto é divulgar…pois mexe com gente grande…enfim…só aqui em São Francisco do Sul-SC região norte do estado próximos a Joinville…somos 115 a provados no concurso que agora dia 05/09/2017 estaremos mendigando a chance de passar a registrados porque por lei nada existe para nós dar essa segurança e claro que os velhos no sistema não querem dividir o pão com a gente…nem os empresários (OGMO) querem se incomodar com possíveis greves e paralização e assim se juntam aos sindicatos e seus associados antigos para barrar nossa entrada no sistema dizendo não haver vagas. Só aposentados na ativa de um dos sindicatos são 52 e os cadastrados do mesmo sindicato 48.
    Uma vergonha em um país com tanta lei de igualdade, que já sofreu com a escravidão… oficializar e permitir que se crie uma sub-especie de brasileiro sem poder prover o seu sustento e o de sua família por ser inferiorizado a outros.

  2. Deus falando: ensine seu filho no caminho em que deve andar e até mesmo quando envelhecer, não se desviará dele. Os políticos brasileiros falando: ensinem seus filhos a roubar e até mesmo quando envelhecer, continuarão roubando.

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