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Quer saber como a reforma da Previdência atingirá você? Assista ao novo Economia no sofá

Publicado em Economia

Está no ar a nova edição do Economia no sofá. Veja como a reforma da Previdência que está sendo proposta pelo governo vai afetar a sua vida.

 

Saiba, também, como evitar as armadilhas das compras a prazo no país dos maiores juros do mundo e o que fazer com a restituição do Imposto de Renda.

 

 

Sugestão de pautas, elogios, críticas, dúvidas: mande para o e-mail economianosofa@gmail.com.

 

Bom programa.

 

 

8 thoughts on “Quer saber como a reforma da Previdência atingirá você? Assista ao novo Economia no sofá

  1. É lamentável obserPvar que a maioria da imprensa limita-se simplesmente a reproduzir o discurso oficial. Fico pasmado como poucos vão a fundo nessa discussão, como fizeram os auditores fiscais, que simplesmente descontraíram os dados do governo e provaram que a previdência não é deficitária coisa nenhuma. É muito gente falando bobagem!

  2. Só faltou combinar com os russos.
    Primeiro PMDB, unha e carne com os esquemas petistas, deve parar de roubar e devolver o que roubou.
    Num segundo momento, cortar as mordomias dos políticos, aí inclusa a escatológica indicação para cargos técnicos que absolutamente nada tem a ver com seu trabalho parlamentar.
    Depois a sociedade vai ver as demais questões.
    Experimenta provocar bancando o fascistinha de araque e chamar o povo para a rua para ver qual o tamanho da resiliência desse governo-tampão.

  3. Prezado Vicente, inicialmente parabéns
    pelo seu Blog!

    Vejo a retomada da discussão da
    Reforma da Previdência com grande apreensão pois, ao que parece, a proposta do
    governo se fundamenta em não só elevar a idade mínima para 65 anos, como já se
    apregoa colocar todos os contribuintes em um regime único de Previdência, sem
    levar em conta as peculiaridades de cada um, com suas contribuições e outros,
    (como é o caso do servidor público, que contribui com 11% de tudo que recebe
    mensalmente para a Previdência e quando se aposenta, não tem o FGTS, que os
    trabalhadores da iniciativa privada recebem). E ainda, sem levar em conta
    outros fatores cruciais para sanear o sistema e tornar a Previdência mais
    superavitária (segundo os estudos de V. Exª. e de auditores fiscais) do que já
    é, senão vejamos:

    -A questão das DRU: A Previdência
    Social não pode custear despesas estranhas ao seu propósito, sob pena de
    realmente, tornar-se deficitária (Ex.: a cidade de Brasília foi construída com
    recursos previdenciários);

    -A sonegação por parte de grandes
    empresários: para o sistema funcionar, é vital que as contribuições aconteçam;

    -a corrupção: recentemente, a
    Polícia Federal interrompeu esquema de corrupção na Previdência Social nos
    Estados de Goiás e Pernambuco. Jorgina de Freitas foi um caso emblemático nesse
    sentido.

    Em relação à Previdência Pública,
    igualmente problemática segundo os governantes, faz-se mister a análise apurada
    de aposentadorias sem contribuições, por um período de pelo menos 30 anos, que
    as sustentem; os desvios de finalidade e, igualmente, a corrupção no sistema.

    O que causa estranheza é que os
    dirigentes governamentais e a imprensa pouco citam essas questões vitais para o
    equilíbrio das contas da Previdência. Sim, é necessário o aumento da idade
    mínima, porém, focar nesse quesito e na unificação do sistema de todos os
    contribuintes previdenciários tão somente, sem levar em conta as peculiaridades
    de cada um, fere a segurança jurídica e não resolverá a questão do tão
    propagado déficit previdenciário. Por fim, uma Auditoria Pública sobre as
    contas da Previdência Pública e Privada, traria mais transparência e
    demostraria de fato à sociedade, como o sistema se encontra atualmente.

    1. Shirley, muito obrigado pela suas colocações. Com certeza, vamos aprofundar esse debate. Espero que continue nos prestigiando. Grande abraço.

  4. Prezado Vicente, inicialmente, parabéns pelo seu Blog!

    Vejo a retomada da discussão da Reforma da Previdência com ceticismo pois, ao que parece, a proposta do governo se fundamenta em não só elevar a idade mínima para 65 anos, como já se apregoa colocar todos os contribuintes em um regime único de Previdência, sem levar em conta as peculiaridades de cada um, com suas contribuições e outros, (como é o caso do servidor público, que contribui com 11% de tudo que recebe mensalmente para a Previdência e quando se aposenta, não tem o FGTS, que os trabalhadores da iniciativa privada recebem). E ainda, sem levar em conta outros fatores cruciais para sanear o sistema e tornar a Previdência mais superavitária (segundo os estudos de auditores fiscais) do que já é, senão vejamos:

    -A questão das DRU: A Previdência Social não pode custear despesas estranhas ao seu propósito, sob pena de realmente, tornar-se deficitária (Ex.: a cidade de Brasília foi construída com recursos previdenciários);

    -A sonegação por parte de grandes empresas: para o sistema funcionar, é vital que as contribuições aconteçam;

    -a corrupção: recentemente, a Polícia Federal interrompeu esquema de corrupção na Previdência Social nos Estados de Goiás e Pernambuco. Jorgina de Freitas foi um caso emblemático nesse sentido.

    Em relação à Previdência Pública, igualmente problemática segundo os governantes, faz-se mister a análise apurada de aposentadorias sem contribuições por um período de pelo menos 30 anos que as sustentem; os desvios de finalidade e, igualmente, a corrupção no sistema.

    O que causa estranheza é que os dirigentes governamentais e a imprensa pouco citam essas questões vitais para o equilíbrio das contas da Previdência. Sim, é necessário o aumento da idade mínima, porém, focar nesse quesito e na unificação do sistema de todos os contribuintes previdenciários tão somente, sem levar em conta as peculiaridades de cada um, fere a segurança jurídica e não resolverá a questão do tão propagado déficit previdenciário. Por fim, uma Auditoria Pública sobre as contas da Previdência Pública e Privada, traria mais transparência e demostraria de fato à sociedade, como o sistema se encontra atualmente.

  5. Há uma reprodução acrítica e desinformada veiculadas pelos meios de comunicação. Primeiro ao disseminar-se que apenas as contribuições sociais incidentes sobre a folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados compõem a fonte de custeio da previdência social. Omitem, por ignorância ou má-fé, as demais fontes de custeio, tais como a receita ou o faturamento / COFINS, o lucro das empresas (que não é pouco), receita de concursos de prognósticos,importação de bens ou serviços do exterior, ou de quem a lei a ele equiparar e, indiretamente, pelos impostos, que serão utilizados nas insuficiências financeiras do sistema, sendo pagos por toda sociedade. Como se vê são várias as fontes de custeio. Na verdade, o que se deve cuidar e da destinação indevida que se tem dado a estes recursos.

    No que tange ao servidor público, afora ter que preencher os requisitos de idade e contribuição para se aposentar, ele mesmo depois de aposentado continua contribuindo para a previdência social de todo o valor que rebebe que supere ao teto do regime geral/INSS. Como se vê, não são privilégios como tantos querem fazer crer. O que existe são regimes diferentes com as vantagens de desvantagens de cada sistema. Mas, se querem mesmo uma reforma, comecem pelo sistema de previdência desses políticos. Estes sim têm privilégios monárquicos.

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