Para a Fazenda, é inadmissível que Caixa e BB tenham juros tão altos no cartão de crédito

Publicado em Economia

Técnicos do Ministério a Fazenda garantem que o descontentamento do governo com os juros exorbitantes cobrados nos cartões de crédito não se restringe aos bancos privados. Também atinge o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, controlados pelo Tesouro Nacional.

 

A ordem na Fazenda é para que BB e Caixa expliquem, detalhadamente, o porquê de cobrarem juros anuais que passam de 400% ao ano. Não há, no entender de assessores de Henrique Meirelles, nada que justifique isso.

 

Outro ponto de estranhamento: nem o BB nem a Caixa anunciaram o repasse para os clientes dos dois cortes de 0,25 ponto percentual que o Banco Central fez na taxa básica de juros (Selic) desde outubro último. Os dois bancos aumentaram as margens de lucro.

 

Brasília, 15h35min

11 thoughts on “Para a Fazenda, é inadmissível que Caixa e BB tenham juros tão altos no cartão de crédito

  1. Será que a cegueira da justiça é contagiosa?, e contamina os membros do governo, …acho que desde da época de Cabral os juros são exorbitantes!!!! acorda Cabral!!!!!

  2. JJJKKK, que vergonhoso e sem-vergonhise Mr. Mirellis, porque nao fala do ITAU, BRADESCO, SANTANDER e outros, os maiores ladroes do Brasil, Mirellis é eIlan Goldfajn mais seus vende pátria em conjunto , querem desprestigiar a CAIXA e BB , para vender a privados que são eles mesmos detrás de todo esse planejamento de querer-se roubar os bancos que são patrimônio de todos os brasileiros. ESTÃO INVENTANDO FAZ TEMPO UMA ESTRATEGIA PARA ROUBAR ESTES BANCOS!.

  3. sério que são inaceitáveis? ninguém tinha percebido! Foram 30 anos de investigação do Banco Central. parabéns aos envolvidos.

  4. Bem, recentemente o Banco do Brasil para melhor se adaptar ao mercado fechou agências e iniciou um plano de demissão voluntária…agora o Governo se questiona porque os bancos públicos não oferecem taxas menores, diferentes do mercado? Tem como entender?

    1. Deixa de hipocrisia. As taxas de juros dos bancos oficiais são exorbitantes. E hora de dar a contrapartida para a sociedade e não somente distribuir participações a seus funcionários com base justamente em lucros estratofericos alimentados por essas taxas de juros que se equiparam ou superam os dos bancos privados.

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