Técnicos da equipe econômica do governo têm feito enquetes sobre um possível segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). A maioria prefere a vitória do petista, pela racionalidade.
Na avaliação dos técnicos, Bolsonaro é o que há de pior. Nem mesmo o fato de o ex-capitão do Exército estar aliado ao economista Paulo Guedes anima os responsáveis pela política econômica.
Primeiro, porque todos acreditam que Guedes não duraria muito em um eventual governo de Bolsonaro. Segundo, porque, muitos questionam a capacidade técnica do economista.
Guedes, por sinal, já esteve duas vezes com representantes da equipe econômica. Em vez de suas ideias, o que prevaleceu foi a arrogância. Paulo Guedes acredita que inventou a roda na economia.
Vale ressaltar que Dilma Rousseff tinha comportamento semelhante. Inventou a tal nova matriz econômica, que levou o Brasil para uma das mais graves recessões da história. Dilma era a empáfia em pessoa.
Quanto a Haddad, economistas do governo dizem que ele é mais palatável, pois não representa o radicalismo do discurso petista. Se eleito, fará o que precisa ser feito para recolocar o país na rota do crescimento.
Sem inflação sob controle e contas públicas nos eixos, não há como o PT fazer política social. “Uma coisa é o discurso eleitoral, outro, o pragmatismo do governo. O PT sabe que não pode cometer novamente os erros de Dilma”, diz um técnico.
Brasília, 15h10min


7 thoughts on “Para equipe econômica, é melhor Haddad do que Bolsonaro”
Haddad fez um ótimo governo em SP e deixou cerca de R$ 6 bilhões em caixa na Prefeitura de SP. O Plano Diretor da cidade de São Paulo foi eleito um dos quatro ganhadores do mundo das Melhores Práticas Inovadoras da Nova Agenda Urbana da ONU Habitat. O novo desenho urbano foi aprovado na gestão de Fernando Haddad no município. “O propósito do Plano [Diretor do município] é fazer uma cidade mais humana, moderna e equilibrada, através do trabalho e da habitação para enfrentar as desigualdades sócio-territoriais. Para isso, estabelece um projeto democrático de cidade, inclusive ambientalmente responsável, produtivo e, sobretudo, de melhora de qualidade de vida”, publicou a nota da ONU. “Já são sete os prêmios internacionais obtidos pela nossa gestão. Uma pena a mídia tradicional local não ter pautado temas dessa envergadura, que efetivamente moldam o futuro da nossa cidade”, completou Haddad na rede social. E aí eu digo: foi eleito (será?) o sr. Dória que desgraçou todo esse Plano Diretor premiado da gestão Haddad e deixou SP uma desgraça. Não fez porcaria nenhuma na cidade. Só marketing furado.
E ainda deixou como sucessor o talzinho prefeito “Disneylândia” Bruno Covas, que nada está fazendo por SP. Aprendam: PSDB no governo só faz m—a! Não faz nada que preste!
KKKKKK !!!!
Por que ele é melhor ?????
Entendi…
Ele vai economizar muito fazendo ciclovias…………..
Tentar analisar essa disputa pelo aspecto de quem seria mais confiável do ponto de vista econômico é um erro que demonstra falta de entendimento sobre o que faz Bolsonaro crescer nas pesquisas: a sensação de que se o eleitor votar em um dos candidatos tradicionais tudo irá permanecer igual ao que estava antes da Lava Jato. Não é pelo aspecto da confiabilidade econômica que o eleitor avalia a malignidade ou não do Bolsonaro. Mas pelo aspecto de manter ou não este estado podre de coisas na política. Até eu, que preferia o Alckmin, dado que ele não decola, estou propenso a votar na chapa anti-Petê se se confirmar o segundo turno entre eles. E Paulo Guedes é tudo, menos incompetente, como o mercado financeiro bem sabe…quem terá sido o analista “genial” que cometeu esta comparação ridícula entre um grande financista, um Ph.D. por Chicago, alguém que fez fortuna como banqueiro no Banco Pactual, à figura absolutamente acéfala da Dilma?
O pt de novo no poder? Tá ok. Vou votar nos petralhas…sonha com isso, pois não acontecerá jamais. Bandidos engravatados. Aparelharam o estado e roubaram em todos os níveis, e ainda ha gente que os acha melhor que Bolsonaro. Ah, entao vota na marina e no ciro que foram ministros do pt, ou no alckimin, o santo ladrao de merenda escolar, das nossas crianças. Só cego não vê que Bolsonaro é a melhor escolha. O resto é nosso lixo de sempre tentando cravar as garras no nosso suado dinheiro dos impostos.
Essa matéria é comprada, VERDADE abaixo.
Economia com Fernando Haddad pode ser a economia de Dilma Rousseff
Um dos economistas de Fernando Haddad (PT), Guilherme Melo, parece não ter aprendido nada com os erros do ex-presidente Lula e de sua sucessora Dilma Rousseff. Na expert 2018, Melo defendeu basicamente a mesma fórmula que levou o Brasil ao caos. Caso Fernando Haddad ganhe as eleições – e essas medidas sejam implementadas – o dólar a R$5,00/US$ ainda estará barato.
Um dos economistas de Fernando Haddad (PT), Guilherme Mello, parece não ter aprendido nada com os erros do ex-presidente Lula e de sua sucessora Dilma Rousseff. Na Expert XP 2018, Melo defendeu basicamente a mesma fórmula que levou o Brasil ao caos. Caso Fernando Haddad ganhe as eleições – e essas medidas sejam implementadas – o dólar a R$5,00/US$ ainda estará barato.
A espinha dorsal do discurso de Guilherme Mello é que o ajuste fiscal se resolve pela retomada da atividade econômica, solução tipicamente heterodoxa, keynesiana. Para Mello, se a retomada econômica voltar, a questão fiscal se resolveria devido ao aumento da arrecadação (maior PIB). Nas palavras do economista do PT, “é a retomada do crescimento que ajuda a solução do problema fiscal”.
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O que Mello parece não entender é que no mundo real exige algo chamado “expectativas”. Como haverá retomada do investimento por parte das empresas se a situação fiscal está deteriorada? Qual empresário vai querer assumir esse risco diante desse cenário? Para ele, diante desse cenário, quem seria o agente capaz de impulsionar o crescimento econômico? Claro, o governo. O economista não falou isso explicita ou literalmente, mas juntando suas frases ao longo do debate, a visão keynesiana fica evidente: “a retomada do crescimento do emprego como uma condição para você ter um ajuste fiscal sustentável.”, (…) nós temos que resolver o problema fiscal, é evidente, mas lado a lado com a resolução do problema de crescimento do emprego.”
A pergunta a ser feita é: qual é a diferença da visão econômica heterodoxa dele para a política do governo Dilma? Ou a política no governo Dilma não foi baseada na tentativa de criação de emprego e renda, por meio do estímulo do consumo (crédito barato, isenções fiscais e aumento dos gastos do governo), acreditando que essas medidas conteriam o problema fiscal? A ideia do governo era que todos os problemas se resolveriam com crescimento econômico: aumentaria a renda, o emprego e a arrecadação do governo –claro, tudo isso, sem provocar inflação, uma vez que os preços são rígidos no curto prazo para os economistas keynesianos do PT.
No entanto, a história foi bem diferente. A deterioração fiscal iniciada no 2º mandato do governo Lula – o superávit primário passa de uma média de 2,4% do PIB (de 2003 a 2006) para 1,9% do PIB (de 2007 a 2010) – se torna peça chave para a maior crise econômica da história brasileira no governo Dilma.
A expansão desenfreada do gasto público, do crédito subsidiado e das desonerações fiscais levaram o Brasil a sucessivos déficits primários. De um lado, o empresário se tornou avesso ao risco diante da deterioração fiscal e deixou de investir, contribuindo para a queda da renda e, portanto, da arrecadação. Por outro lado, a própria expansão do gasto piorou o resultado primário. Além disso, o aumento das despesas públicas reduziu a poupança nacional, pressionando as taxas de juros, encarecendo ainda mais o custo da dívida. Resultado: explosão do resultado nominal (o déficit nominal em 2013 era de -2,1%, saltando para -4,7% do PIB em 2014 e -8,6% do PIB em 2016).
Infelizmente, o resultado desse descontrole fiscal todos conhecem: alta dos juros, queda da renda e aumento do desemprego. Em 2016, o déficit primário atinge -2,5% do PIB, as taxas de juros dos títulos públicos chegam a 16%a.a, o PIB cai -3,46% e o desemprego atinge 13 milhões de brasileiros.
Ainda na questão fiscal, o economista do PT propõe a tributação de lucros e dividendos. Alexandre Pacheco, colunista do InfoMoney e especialista na área tributária, já demonstrou em vários artigos (aqui, aqui, aqui) que tal medida só irá gerar distorções, encarecendo ainda mais o processo produtivo das empresas, com efeitos sobre a atividade econômica (menos crescimento e criação de empregos).
Já em relação à reforma da previdência, o economista do PT acredita que a reforma da previdência é apenas uma questão de acabar com os privilégios, ignorando o ponto central: o aumento da idade mínima devido ao envelhecimento da população. É claro que se deve acabar com os privilégios, mas a reforma da previdência vai muito além disso, caso contrário, é calote da dívida pública, prejudicando principalmente os mais pobres, conforme afirmou o economista Paulo Tafner em entrevista para o InfoMoney (aqui) .
Em resumo, se Haddad for eleito e colocar as ideais de Guilherme Mello em prática, temos uma certeza: voltaremos aos tempos de Dilma Rousseff.
Exige aprovação para expormos as nossas opiniões??? Hummmmm… Interessante! Estou me segurando pra não expressar o meu repúdio por pessoas como você, que se diz culto, mas só escreve M…
Conversa de picareta que quer convencer os desinformados que o comunismo econômico de Haddad é melhor do que um liberal econômico.