Última temporada de Andor estreia e mostra que a revolução galáctica começou

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A série do universo Star Wars chega à segunda temporada e o Próximo Capítulo apresenta as primeiras impressões do ano de encerramento

Por Pedro Ibarra

O vasto universo de Star Wars entregou uma das melhores séries políticas dos últimos anos. Andor retorna para segunda temporada na Disney+ hoje para dar um final à história do rebelde Cassian Andor e todas as missões que faz pela galáxia em busca de enfraquecer o poder do Império sob as pessoas.

O seriado é uma narrativa sobre os tempos menos agudos do Império intergaláctico comandado pelo imperador Palpatine. A narrativa acompanha um dos rebeldes principais para a equipe Rogue One, que rouba os planos para Estrela da Morte e culmina nos acontecimentos dos três primeiros filmes da saga de Guerra nas Estrelas: ‘Uma nova esperança’, ‘Império contra-ataca’ e ‘O retorno do jedi’.

Andor, interpretado por Diego Luna, começa como um habitante qualquer de um planeta escondido da galáxia. No entanto, ele caminha para se tornar um dos rebeldes mais importantes da história da saga. A segunda temporada mostra os quatro últimos anos dessa jornada até culminar na missão final do revolucionário, mostrada em Rogue One: uma história Star Wars, de 2016.

Primeiras impressões

O Próximo Capítulo assistiu à série e as impressões iniciais são de que tudo foi feito para ser maior. A produção está grandiosa em elenco, melhor na parte técnica e mais ousada no roteiro. Tudo pareceu pensado para que ela ganhasse a magnitude que a narrativa merecia e o esmero proporcional à popularidade que alcançou.

Foram três anos de espera para esta segunda e derradeira temporada da série. A expectativa é alta, afinal, o primeiro ano foi um sucesso absoluto, com indicações ao Emmy e aclamação crítica e de público.

A começar pelo lado técnico, desde a primeira temporada, Andor divide a narrativa em arcos menores para contar melhor o desenrolar dos fatos sem perder detalhes. Porém, neste ano, as curvas narrativas parecem filmes divididos em três episódios. Os efeitos especiais, tanto visuais quanto práticos, estão mais potentes e a parte de cenários e caracterização continua nos altos padrões de Star Wars.

Portanto, reencontrar a série e personagens tão bem tratados pela história é um alívio. Não é uma história de super-heróis, é uma ficção-científica sobre pessoas reais. Portanto, Andor toca em feridas políticas e sociais que fazem muito sentido, enquanto entretém com sequências de ação e perseguições entre naves espaciais.

‘Star Wars’ sempre mostrou o caráter cíclico da história do mundo por meio de uma alegoria galáctica, mas nunca com personagens que se assemelhassem tanto com quem está assistindo a obra. Andor mostra que qualquer um pode fazer parte da revolução. O senso de comunidade faz da causa forte e importante. Não é preciso “ser alguém” para mudar o mundo. Afinal, é de tijolo em tijolo que se constroem as grandes coisas.

Pedro Ibarra

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