Work It
O gênero da comédia romântica se tornou num dos filões da Netflix, que aposta no conteúdo original do formato. Nos últimos dias, o serviço disponibilizou no catálogo novidades que valem a pena serem assistidas. O Próximo Capítulo assistiu a três dos lançamentos e te conta por que dar uma chance para cada uma delas!
Dos três filmes do estilo recém-lançados, Dançarina imperfeita (ou Work it, nome original) é o melhor. De Laura Terruso, a produção resgata a fórmula e o formato de atrações que fizeram sucesso no passado, como Ela dança, eu danço (franquia iniciada em 2006) e No balanço do amor (2001), ao retratar a história de Quinn Ackerman (Sabrina Carpenter), uma jovem estudante que decide criar um grupo de dança para garantir uma vaga na universidade de Duke.
Quinn é a típica adolescente norte-americana que faz de tudo para entrar numa universidade, com notas altas e um currículo repleto de atividades extracurriculares. No entanto, nada disso parece convencer a recrutadora de Duke, universidade dos sonhos da protagonista. Tudo muda quando Quinn comenta que trabalha com a equipe de dança da escola em que estuda, como iluminadora. A informação anima a funcionária de Duke, que entende que a jovem é uma das dançarinas. Com medo de negar o único “atributo” que fez a recrutadora gostar dela, Quinn decide entrar para o time de dança. O problema é que a jovem não sabe dançar e acaba tendo que criar a própria equipe para garantir a vaga em Duke.
O longa-metragem gira em torno desse desafio de Quinn de se jogar na dança e encontrar uma verdadeira paixão na vida. Em alguns momentos, o filme lembra bastante o conceito de Glee, porque a equipe montada pela protagonista é composta por alunos nada convencionais, os “excluídos” da escola. A diferença é que, em Dançarina imperfeita, as apresentações são de dança. A produção tem ainda um quê romântico ao colocar no caminho de Quinn o colega Jake, vivido por Jordan Fisher.
No filme, destacam-se os personagens e os atores principais, já que o elenco secundário não tem aprofundamento. A Quinn interpretada por Sabrina é uma protagonista bastante carismática e que convence. Quem rouba a cena é Liza Koshy na pele de Jasmine, a melhor amiga de Quinn e uma das melhores dançarinas da escola. Também é interessante ver a interpretação de Keiynan Lonsdale, conhecido pela atuação na série The Flash, como o esnobe Julliard. Jordan Fisher é outro acerto do elenco, trazendo a doçura e o carisma que já havia exibido no segundo filme da franquia Para todos os garotos.
Mais maduro dos três filmes, Solteiramente (Seriously single, em nome original) é mais uma produção do catálogo da Netflix original da África do Sul. Com roteiro de Lwazi Mvusi e direção de Katleho e Rethabile Ramaphakela, o filme retrata a história Dineo (Fulu Mugovhani), uma mulher sonhadora e que se joga nos relacionamentos em que vive. No entanto, acaba sempre se frustrando. Mesmo assim, ela prefere insistir em namoros fadados ao desastre a se tornar solteira.
Ao longo do filme, o espectador acompanha a jornada da protagonista para criar autoconfiança, o que passa muito pelos aprendizados quebrando a cara, mas também pela convivência com a amiga Noni (Tumi Morake), uma personagem mais liberal e que não vê problemas na vida de solteira. Por retratar personagens mais velhas, a narrativa, mesmo que sendo uma comédia, tem debates mais amadurecidos, como sobre liberdade sexual e também da independência feminina. As atuações de Fulu e Tumi são destaque, assim como a amizade das personagens vividas por elas.
Sequência do filme lançado em 2018 e inspirado no livro de Beth Reekles, o longa-metragem traz Elle Evans (Joey King) no último ano da escola, tendo que lidar o relacionamento a distância com Noah Flynn (Jacob Elordi), que está estudando em Harvard, e com os desafios de escolher uma universidade. Em meio a isso, a jovem precisa aprender a dar espaço ao melhor amigo Lee Flynn (Joel Courtney), que agora tem uma namorada, e buscar dinheiro para bancar a universidade, que ela tem a ideia de conseguir em uma competição de dança.
Em relação ao primeiro filme, A barraca do beijo 2 é um pouco menos vergonhoso, mas, mesmo assim, cai em clichês e obviedades do gênero. Elle ainda é uma personagem pouca madura, o que pode ser visto a partir das conflitos do longa: como o ciúme da personagem e a dificuldade de se comunicar com Noah; a falta de noção em relação ao namoro do melhor amigo; e até a relação com Marco (Taylor Zakhar Perez), novo personagem que é o queridinho de todos da escola e com quem ela tem conflitos e depois se aproxima.
Mesmo que A barraca do beijo 2 seja um filme com problemas, assim como o primeiro, ele prende o espectador e o faz se importar com a trajetória vivida pelos personagens. A terceira sequência está confirmada.
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