2019. Crédito: Sophie Mutevelian/Netflix/Divulgação. Cultura. Cena da terceira temporada de The Crown, da Netflix.
Após duas temporadas, a série The crown dá um pulo temporal em sua terceira sequência, que estreia neste domingo (17/11) na Netflix. A produção chega ao ano de 1964, quando a rainha Elizabeth II (agora vivida por Olivia Colman, que substitui Claire Foy) tinha 38 anos e a monarquia inglesa passava por momentos de teste diante as mudanças no mundo e na própria Inglaterra.
A história começa com a posse de um novo primeiro-ministro Harold Wilson, vivido pelo ator Jason Watkins, o primeiro socialista no governo desde a coroação da rainha inglesa em 1953. É a partir dessa alteração que a narrativa entrega que, não é só o elenco que muda na terceira temporada de The crown, mas todo o ambiente em torno da realeza e da monarquia.
“É um tempo interessante. A nossa história está onde definitivamente há uma mudança no cenário sociopolítico, você consegue sentir isso. Wilson é um líder da oposição. A temporada começa com uma extraordinária nova atmosfera, um novo mundo. Com um governo socialista, a rainha precisa se ajustar. Então, é uma jornada de descoberta da relação de Elizabeth com o primeiro-ministro”, avalia a produtora da série Suzanne Mackie em material de divulgação cedido pela Netflix.
Na terceira temporada, o espectador verá uma rainha Elizabeth ainda mais dura e fria. Estabelecida no governo e sem o seu fiel conselheiro Winston Churchill (John Lithgow), a personagem parece se fechar ainda mais em seu casulo. Mas é exatamente nesse momento que ela precisa se abrir e se modernizar para se adaptar aos novos tempos, como a entrada do socialismo à Inglaterra, a chegada do homem à Lua (em 1969), a vida adulta dos filhos, os príncipes Charles (Josh O’Connor) e Annie (Erin Doherty) — que ganham mais tempo de tela nos novos episódios —, as novas crises do duque de Edimburgo Philip (Tobias Menzies) — mais uma vez em busca de entender seu papel dentro da família real —, e os constantes dramas da irmã, a princesa Margaret (Helena Bonham Carter).
Como de costume, The crown gira em torno da rainha Elizabeth II, mas, a cada episódio, se destrincha sobre um tema específico e dá espaço de tela para outros personagens. Entre os temas mais explorados na terceira temporada estão as relações da rainha com o primeiro-ministro, o marido, o filho e a irmã, além, claro, da questão histórica e política, a começar pela primeira grande crise sob o comando de Elizabeth: o desastre na mina de carvão de Aberfan, no País de Gales. “Acredito que esse é um momento em que eles (a família real) precisam se ajustar e tentar encontrar seus lugares nesse novo lugar na sociedade. Vamos passar por essas mudanças”, completa a produtora.
A narrativa se estende até 1977, misturando realidade e ficção nos 10 episódios que compõem a temporada. Uma quarta sequência já está confirmada antes mesmo da estreia. A previsão de lançamento é 2020. Confira aqui a crítica da terceira temporada de The crown.
Cidade fictícia do interior do Rio Grande do Norte, Barro Preto está localizada em uma…
Astro mirim revelado em Amor perfeito será neto de Zezé Motta em A nobreza do…
Com continuação prevista para 2027, sucesso de João Emanuel Carneiro retorna à TV Globo em…
Ator carioca vive agora um bilionário paulistano na nova produção da ReelShort. Ele faz par…
Atores interpretam o par romântico central na nova novela das seis, que estreia em março…
Protagonizada por uma princesa africana e um trabalhador nordestino, a A nobreza do amor é…