Crédito: reprodução/Internet - O tom patriota toma conta da série
Depois de passar seis anos em Buffy, a caça vampiros e mais 12 em Bones, o ator David Boreanaz agora aposta no sucesso de Seal team, série criada por Benjamin Cavell que estrela. A produção pode ter sido uma excelente escolha para Boreanaz, já que a trama se encaixa perfeitamente em um gosto pré-moldado para o grande público norte-americano: o cotidiano de um time de elite da marinha das terras do Tio Sam.
Boreanaz é responsável por dá vida ao personagem Jason Hayes, chefe da equipe Seal da Marinha, que, além de comandar importantes missões de resgate e captura ao longo do Oriente Médio, tem de lidar com um trauma do passado e ainda o distante contato que mantém com a família, que, de certa forma, acaba sendo substituída pelos amigos de missões, por quem ele daria a vida.
Se você sentir um certo deja-vú após ler essa sinopse, não se sinta mal: ela é exatamente a mesma de tantas outras produções do gênero, que seguem uma receita básica para prender o público, e acabam conseguindo.
Piloto de Seal team
A história do piloto é responsável por integrar o público ao universo desse time e o faz de forma muito bem estruturada. Por mais que não se consiga decorar o nome de todos os personagens, eles são apresentados de forma ordenada e completa. Em nenhum momento se fica perdido sem saber o que está acontecendo, ou quem são aquelas pessoas. Tudo é bem montado.
Hayes acabou de passar por um trauma relevante: um descuido causou a morte de um membro da equipe e, agora, ele está se preparando para retornar a rotina do exército. Fazem parte de seu time: Ray Perry (Neil Brown Jr.), Sonny Quinn (A.J. Buckey) e Lisa Davis (Toni Trucks), que agora terão de lidar com o novato Clay Spenser (Max Thieriot). O garoto tem extremas dificuldades para se integrar ao grupo, pois seu pai foi responsável por desertar da equipe para escrever um livro sobre os bastidores do Seal, o que força o personagem a ser melhor para conquistar a confiança daqueles ao seu redor.
Ao levar ao público em um piloto com planos em single-cam (um tipo de corte que segue os atores em movimento com a câmera em mãos), Seal team demonstra forte vigor técnico, que sai da linha das principais estreias e não cansa o público nas inúmeras perseguições e diálogos cara a cara. Esse recurso também abastece a produção com um maior toque de veracidade nas situações de ação.
Porém, mesmo com todo o cuidado técnico, ver Seal team é ver as repetitivas citações para o “orgulho americano”, nacionalismo e o papel de “heróis”, algo que pode cansar.
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