Jovem com ares de veterano, Guilherme Seta vive Fernando em Topíssima

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Guilherme Seta tem personagens em Topíssima e em Juacas, estuda e pratica esportes. Haja fôlego!

Tem que ser jovem para ter tanto fôlego como Guilherme Setas. O ator de 16 anos vive Fernando na novela Topíssima, da Record, e Toco Maral na série Juacas, do Disney Channel, estuda o 2º ano do ensino médio e ainda encontra tempo para jogar videogame e disputar peladas na praia. Ufa!

O rapaz, que começou a carreira ainda bebê fazendo comerciais, comemora a experiência de atuar ao lado de colegas experientes como Denise DelVecchio e Paulo César Grande, seus pais em Topíssima. “Nosso núcleo vive um drama com a morte da minha irmã, Jandira (Brenda Sabryna), e as cenas que fizemos exigiam muita emoção e contracenando com eles essa emoção veio muito real no personagem”, afirma, em entrevista ao Próximo Capítulo.

Na entrevista a seguir, Guilherme Seta fala sobre as dificuldades de conciliar escola e novela, o musical Carrossel e a programação da tevê para jovens. Confira!

Leia entrevista com o ator Guilherme Seta!

Você está numa idade em que a maioria dos jovens está pensando na profissão que vai seguir ou pra que curso prestará vestibular. Por ser ator, isso está resolvido na sua cabeça?
Sim, pois gosto muito do que faço então tenho o objetivo de dar continuidade fazendo faculdade que esteja ligada ao meio, para que eu possa aprimorar o meu conhecimento. Ainda estou decidindo e pesquisando pra definir o curso.

Considera-se um privilegiado por isso?
Sim. Ter a oportunidade de trabalhar como ator fez com que decidisse por uma profissão ainda novo. Como comecei desde pequeno a experiência e aprendizado é cada dia maior e me abriu muitas portas.

Quais são as maiores dificuldades de conciliar as rotinas do colégio e das gravações de Topíssima?
No começo do ano estava mais complicado porque eu mudei de cidade e de colégio. Então estava me acostumando ao novo sistema. A maior dificuldade é na semana de provas porque muitas vezes bate com a semana puxada de gravações, com muito texto para estudar das cenas. Estou no ensino médio e tem muito conteúdo pra estudar. Fora isso, ainda faço Kumon de inglês, matemática e português . Tem que aprender a se virar nos 30 (risos) e encaixar tudo que é necessário na rotina.

Em Topíssima, você atua ao lado de atores experientes, como Denise Del Vecchio e Paulo César Grande, que fazem seus pais. Como é essa troca entre vocês?
É muito boa e como falei só ganho experiência a cada trabalho, ainda mais trabalhando com atores renomados que me dão dicas e toques pra poder melhorar em cena. Nosso núcleo vive um drama com a morte da minha irmã, Jandira (Brenda Sabryna), e as cenas que fizemos exigiam muita emoção e contracenando com eles essa emoção veio muito real no personagem.

A série Juacas 2 gira em torno do universo do surf. Aprendeu a surfar para o personagem ou esse esporte já fazia parte da sua vida?
O esporte já fazia parte da minha vida. Sempre gostei muito de ir para a praia com minha família e quando ganhei uma prancha com 8 anos fui aprendendo a surfar. Juacas é uma série que tem a minha cara, curto muito surf e a galera é muito legal. Na série tive oportunidade de conhecer quatro feras do surf que admiro muito Teco Padaratz meu pai na série, Filipe Toledo, Ítalo Ferreira e Adriano de Souza.

Fora das telas, além de estudar, o que você gosta de fazer?
Gosto de relaxar, curto muito esportes, não sou muito de game, mas curto uma partida de Fifa. Surfo sempre que tenho um fim de semana livre, curto jogar um futebol com os amigos e, morando no Rio, estou curtindo vôlei de areia e altinhas que é moda aqui. (risos)

Você começou a fazer comerciais muito pequeno, bebê ainda. Qual é a sua primeira lembrança dessa profissão?
Me lembro de um comercial de Natal que fiz para um shopping. Tinha 4 anos e lembro que gravei madrugada adentro muito empolgado, quando saiu a campanha fui até o shopping para ver o resultado. Era pequeno e o comercial falava da magia do Natal o que me deixou muito curioso.

Começar tão cedo aumentou seu senso de responsabilidade?
Com certeza sim porque, desde muito novo, tive que aprender a lidar com as responsabilidades de horário, gravação de cenas. Tudo precisa acontecer em tempo ágil, tem que dar conta da escola, tem que estar disposto e com a vibe pra cima na gravação. Cresci um adolescente mais responsável e focado nos meus objetivos mas nunca deixei de ter meu espaço de lazer e de aproveitar minha infância.

Mesmo sendo novo, você alterna trabalhos essencialmente juvenis, como Carrossel, com novelas e filmes mais densos, como Topíssima, O Rico e o Lázaro e o filme Boca do lixo. Como é essa alternância para você?
Para mim é natural porque, como sou menor de idade, tem todo um cuidado da produção da emissora em relação ao tema abordado. Carrossel foi um trabalho tipo “a vida como ela é”, vivia a realidade da minha idade. Com a idade surge a maturidade dos personagens, em Topíssima interpreto um adolescente bem rebelde , mas eu, Guilherme, sou bem tranquilo. (risos)

No espetáculo Carrossel O show você ia além do atuar. Como foi essa experiência de participar de um musical?
Foi uma experiência incrível na ocasião minha primeira em musical. Estar num palco cantando, dançando e interpretando pro público ao vivo é uma sensação incrível, o frio na barriga sobe não tem jeito. Tem as marcações da coreografia, os tempos da música a interpretação, tudo ao vivo, é um contato direto do artista com o público. A adrenalina é muito grande.

Você é jovem. Sente falta de programas que falem diretamente para a sua faixa etária na TV?
Eu acredito que hoje, com a tevê fechada pra quem tem acesso, existem muitos programas com assuntos interessantes para a minha idade. A tevê aberta não tem uma programação voltada aos jovens que acabam migrando muito para a internet .

A que você costuma assistir?
Na televisão gosto de assistir a canais de esportes, curiosidades. Assisto muito filme em canais fechado e séries na Netflix. E claro estou acompanhando Topíssima e Juacas. Gosto de ver o resultado do meu trabalho e auto me avaliar.

Vinícius Nader

Boas histórias são a paixão de qualquer jornalista. As bem desenvolvidas conquistam, seja em novelas, seja na vida real. Os programas de auditório também são um fraco. Tem uma queda por Malhação, adorou Por amor e sabe quem matou Odete Roitman.

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