O MasterChef Brasil vai voltar às origens na 14ª temporada (a 8ª com cozinheiros amadores), que estreia terça-feira na Band, no famigerado horário das 22h30. Isso porque, depois de uma equivocada temporada em que cada episódio tinha o próprio vencedor, o programa começará com 23 cozinheiros amadores e terminará a temporada com apenas um deles levando o prêmio de R$ 300 mil, o troféu do programa e uma série de “presentes” dos patrocinadores.
“A jornada do herói está de volta”, afirma a diretora do reality, Marisa Mestiço. O jurado Henrique Fogaça completa: “Com esse formato, temos uma crescente da torcida por cada um deles (dos participantes) durante cada semana”.
A volta ao formato não quer dizer que o MasterChef não traga novidades nesta temporada. Pelo contrário. Há algumas — e significativas. Talvez a maior delas seja a chegada de Helena Rizzo ao time de jurados, ao lado de Fogaça e de Erick Jacquin.
Helena conta que será uma jurada que junta várias facetas: brincalhona, exigente, durona e delicada. “Vou ser tudo isso porque é assim que é uma cozinha. Mas gosto de manter um clima agradável. A gente tem que corrigir erros, porém tem um jeito de fazer isso”, afirma a estrelada chef. Ela conta que, para ela, um prato MasterChef tem que “trazer cores, técnica, sabor, harmonia e a personalidade do cozinheiro.”
Ana Paula Padrão é só elogios à nova parceira de programa: “Helena tem um astral muito bom, um humor muito interessante. Agora seremos três sagitarianos — eu, ela e Jacquin — que perdemos o amigo, mas não a piada.”
Ana Paula Padrão ressalta que outra grande diferença é que esta temporada estará mais focada no jogo, na estratégia. “O vencedor tem que ser um bom cozinheiro, claro. Mas vai ter que ser também um bom jogador”, adianta a apresentadora.
Para isso, foram criadas três novidades que prometem movimentar a dinâmica na cozinha. O avental dourado dará, nas provas em equipe, a oportunidade de um cozinheiro assumir a liderança do time no lugar de um colega. A caixa misteriosa dourada guardará uma vantagem ou uma desvantagem capazes de, nas palavras de Marisa, “mudar os humores da cozinha”.
No fim de cada episódio, como de costume, Helena, Fogaça e Jacquin escolhem os três piores pratos, entre os quais um deve ser eliminado. Mas, antes da decisão final deles, os outros cozinheiros vão se reunir e salvar um dos três, usando o critério que eles quiserem.
“O programa volta mais malandro. O jogo passa a ter mais importância, e os cozinheiros vão precisar de estratégias desde o início. Não dá mais para ficar sendo mediano”, afirma uma apimentada Ana Paula Padrão.
Com nove episódios gravados, Helena Rizzo já entendeu que os amadores cozinham contra o tempo e que há um ingrediente que não pode faltar no MasterChef. “A tensão está em todos os momentos do programa. E sempre muito forte”. Ela é o tompero do MasterChef, Helena!
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