Foto: Giovanni Rufino/Marvel Studios
Por Pedro Ibarra
O Demolidor voltou para as telinhas! O herói cego das noites nova-iorquinas ganha novos episódios a partir de hoje na Disney+. Com o título ‘Demolidor: renascido’, o personagem retorna ao streaming em endereço diferente: fez sucesso na Netflix e agora regressa para as mãos da Marvel Studios efetivamente.
Os principais personagens continuam com os atores que os interpretavam. Charlie Cox volta ao papel do protagonistas Matt Murdock; Vincent D’Onofrio segue com Wilson Fisk; Deborah Ann Woll dá vida a Karen Page; e Elden Henson interpreta Foggy Nelson mais uma vez. O Próximo Capítulo teve acesso aos episódios do lançamento e passa as primeiras impressões do seriado.
Violenta como sempre e ousada como nunca, a série retorna superando qualquer expectativa nos níveis de tensão. Sem perder tempo, ‘Demolidor: renascido’ inicia de forma muito interessante reverenciando a história que o seriado teve na Netflix, mas apresentando ideias novas que dão nuances muito diferentes para a trajetória do vigilante das noites de Nova York.
A produção é muito séria e levanta pontos importantes de discussão. Há um caráter social e político crítico na série. Mesmo com o foco nas bem coreografadas cenas de luta, o seriado não se esconde e fala de temas como criminalidade, xenofobia, burocracias do estado e a vida na cidade de Nova York. Não é difícil encontrar alegorias claras da realidade embaladas na adrenalina das cenas de ação.
A narrativa é majoritariamente em volta da dualidade entre Murdock e Fisk. Os dois funcionam exatamente como dois lados de uma mesma moeda, com características muito similares, mas motivações completamente inversas. Toda a dinâmica que os dois personagens tinham foi completamente potencializada na tela.
A parte técnica, no entanto, sofreu grandes alterações. Para seguir uma estética um pouco mais próxima do restante das produções da Marvel, tudo ficou mais claro. Com cenas gravadas pela manhã e as lutas mais visíveis, a série perdeu um pouco os traços soturnos. O fato não é de todo ruim, uma vez que a série da Netflix, às vezes, era escura demais e fazia os próprios espectadores perderem detalhes nas cenas.
Porém, esse dedo da Marvel não significa a perda de beleza ou das boas cenas de luta que marcaram a história desse personagem nas telinhas. Apesar de que em alguns momentos a computação gráfica foi adicionada, causando certo estranhamento. Agora o Demolidor é da Marvel e ele precisa ter a carinha do estúdio para permanecer, uma vez que os fãs adoram as histórias do herói.
As primeiras impressões são positivas. O Demolidor parece estar em boas mãos e, mesmo com algumas mudanças bruscas na caminhada, o trajeto aparenta ser o melhor possível para que o personagem cresça e ganhe ainda mais importância. Após 10 anos de espera, Demolidor está com a Marvel e volta para às telas na melhor versão.
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