As melhores séries de 2025 - Créditos: Apple TV+/Divulgação | Apple TV+/Divulgação | Netflix/Divulgação | Prime Video/Divulgação
Mais um ano chega ao fim e, para os fãs de séries, é hora do clássico balanço sobre o que acalentou o coração na TV. Diferente das listas anteriores, focadas em episódios isolados, a seleção de 2025 prioriza as melhores temporadas de séries (ou minisséries).
A decisão se explica pela concisão de algumas produções, o que torna a tarefa de destacar apenas um capítulo quase impossível. São obras que moveram emoções e não foram indiferentes ao mundo — cada vez mais dinâmico — que nos cerca.
O humor pastelão raramente encontra espaço em listas de “melhores”, mas Overcompensating foge à regra. Com uma comédia bem calibrada, a trama mostra os altos e baixos de um jovem descobrindo a homossexualidade na universidade no início dos anos 2010. Com referências nostálgicas, a produção entrega mais do que se espera do gênero e definitivamente merece uma maratona de fim de ano.
A trajetória de The handmaid’s tale nem sempre foi uniforme. Em diversos momentos, a saga de June (Elisabeth Moss) fugindo de uma distopia religiosa tropeçou, mas, na sexta e última temporada, a série se reergueu. Retomou os tempos áureos com uma história pensada, narrativa organizada e um desfecho que finalmente chega a algum lugar.
A produção começou em ritmo lento, sem prometer muito. Contudo, a nova releitura do clássico de Stephen King ganhou vida ao longo da temporada de estreia e terminou deixando o público boquiaberto. Sem dar spoilers, vale destacar o show de atuação do elenco, como Bill Skarsgård e Taylour Paige, e a tensão que só o bom terror consegue entregar.
Segundas temporadas são desafio imenso. Ruptura não tirou o desafio de letra sem sofrimento, mas conseguiu avançar. Embora a primeira temporada ocupe um lugar mais alto no imaginário dos fãs, este novo ano ganha pontos por não perder a essência, entregar algumas reviravoltas e conseguir expandir o universo da Lumon.
Séries sobre os bastidores de Hollywood são sempre um risco: ou acabam em confusão ou viram clássicos. O estúdio opta pelo segundo caminho. É uma comédia leve que exemplifica os desafios da indústria do cinema moderno, sem deixar de lado a ode ao que construiu o setor.
Não seria surpresa se a fórmula de The White Lotus desse sinais de cansaço, mas a terceira temporada ainda demonstra fôlego, especialmente na reta final. O tom sarcástico sobre riqueza e poder continua afiado e, embora os temas não sejam inéditos, seguem extremamente populares.
Ainda pouco conhecida, I love LA é uma catarse de sentimentos. Às vezes, a sensação é de que todos gritam na tela, mas a produção demonstra uma sensibilidade ímpar ao falar por uma geração perdida entre relações sexuais e feeds de redes sociais.
Hacks completa quatro anos de ótimas temporadas. Grande parte do sucesso vem de Jean Smart, que brilha no protagonismo e na produção. A série transpõe o etarismo com sensibilidade e, ao colocar a estrela da comédia no comando de um talk-show, conseguiu se renovar e manter o encanto.
Visceral e brilhante. A única representante da Netflix na lista é uma daquelas produções que permanecem na mente por meses. A minissérie, que acompanha a prisão de um adolescente acusado de feminicídio, acerta em tudo: do elenco brilhante — liderado pelo jovem Owen Cooper — ao roteiro e direção assertivos de Stephen Graham.
O que mais surpreende em The pitt é como uma receita batida ainda consegue servir um banquete. A grande verdade é que ninguém daria nada pela sinopse da produção: a rotina de um hospital. O tema já foi tão exaustivamente explorado, em tantos sentidos, que era inimaginável pensar em algo com qualquer novidade saindo da ideia. Como estávamos enganados. The pitt trabalha (literalmente, é possível ver o suor das repetições) dinâmicas e ângulos que podem até não serem inéditos, mas são apresentados com uma força digna de excelência.
Foi por pouco. Quase The pitt tomou o topo desta lista. Mas uma estreante, em meados de novembro, já na reta final do ano, roubou a cena. Pluribus chegou em silêncio, fazendo muitos assistirem sem contato com trailer ou sinopse, sob a fé do nome Vince Gilligan. O criador da atemporal Breaking bad agora tinha outra produção para chamar de sua, e ele não decepcionou.
Pluribus não é tão difícil de ser entendida. Uma mutação genética enviada por alienígenas faz a humanidade se tornar um “único” ser, com exceção de Carol (Rhea Seehorn) e outras 12 pessoas no planeta Terra. É um estudo sociológico visto sob a lente de psique humana de uma mulher norte-americana.
A produção é inteligente, sem ser esnobe. É cuidadosa, te faz pensar e deixa claro que pensou para onde está indo. Uma raríssima representação de qualidade além de explosões ou sustos.
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