Marvel Animation/Divulgação
Por Pedro Ibarra
A partir de hoje, na Disney+, o público do mundo inteiro vai poder matar a saudade de uma das aberturas que mais marcaram as séries em animação. Os X-Men estão de volta com a animação ‘X-Men 97’. O grupo formado por nomes como Wolverine, Ciclope, Tempestade, Jean Grey e Professor Xavier volta com à mesma estética do desenho de sucesso nos anos 1990 e 2000.
O Próximo Capítulo assistiu aos três primeiros episódios e destaca que o retorno do seriado é carregado de nostalgia, mas não apenas isto. A série tem novas histórias para contar e se beneficia muito dos discursos sobre aceitação e diversidade presentes no cerne das histórias em quadrinho dos X-Men para fazer uma narrativa com impacto social.
A diversidade proposta se estende para além do roteiro. O brasileiro Gui Agustini interpreta o personagem, também brasileiro, Roberto Da Costa, que tem nome de mutante conhecido como Mancha Solar. À coluna, o ator falou sobre a experiência na série e a relação com os super-heróis da Marvel que voltam a ser animados para a felicidade das crianças que ainda vivem dentro da geração dos anos 1990 e 2000.
Você era fã de X-Men? Chegou a assistir a animação que baseia o novo lançamento na época?
Sim, eu cresci assistindo em casa durante o almoço ou à tarde, se me lembro bem. Deveria ter uns 7, 8 anos. Não assistia como se assiste a séries hoje em dia, né? Até porque não tinha como assistir um episódio atrás do outro certinho. Mas foi por esse desenho de animação que conheci os X-Men e virei fã dos bonecos de ação do Wolverine, Ciclope e Gambit.
Qual a responsabilidade de representar o mais popular X-Men brasileiro nas telinhas?
Ah, é muita responsa. É um tanto surreal ainda quando realmente paro para pensar. Sinto-me muito honrado e agradecido demais. Sempre dou o meu melhor em tudo a que me dedico. Com esta oportunidade, não foi diferente. A escala de repercussão será a maior da minha carreira, mas encarei com a mesma paixão e dedicação que faço todos meus projetos.
Como você preparou a voz para o personagem? Você estudou outros atores que o interpretaram?
Não. Felizmente o meu tom de voz e minha capacidade de colocar ou não um sotaque acho que foi a grande razão pela qual me escolheram e contrataram. Então minha preparação foi muito em estudar a biografia do Roberto, saber como ele faz parte dos Novos Mutantes e depois entrar pros X-Men. Em relação à voz, foi muito bom confiar no que tinha feito no casting e também na equipe técnica que me estava dirigindo e assessorando. É um trabalho muito colaborativo, onde a confiança é primordial.
Acha que o público do Brasil vai se sentir abraçado pela sua interpretação do personagem? Vai ter alguma ‘palinha’ de português?
Eu espero muito que sim (risos). Mas eu sempre penso assim: como o público vai reagir e criticar é totalmente fora do meu controle. Então, eu só foco no que eu posso controlar. Gostaria muito é claro que a audiência respondesse positivamente à minha interpretação, mas que todos se sintam representados. Ah, o português não pode ficar totalmente fora, né (risos).
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