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Do CorreioWeb A Diretoria-Geral do Senado Federal publicou nota em site oficial reafirmando que a Fundação Getúlio Vargas foi convocada a dar explicações detalhadas sobre a falha que provocou a anulação das provas para o cargo de analista legislativo nas áreas de enfermagem, análise de sistemas e análise de suporte de sistemas, com cerca de 10 mil dos quase 160 mil inscritos. O Senado esclarece, ainda, que exigiu a reaplicação das provas em todas as capitais, como da primeira vez, em dia diferente ao das provas discursivas para o cargo de consultor legislativo. Cobrou também que os candidatos alcançados pela reaplicação tenham a oportunidade de pedir a devolução da taxa de inscrição caso não queiram mais participar. Confira a nota na íntegra: “O Senado Federal lamenta profundamente os acontecimentos registrados em 11 de março durante as provas para o cargo de analista legislativo nas áreas de enfermagem, análise de sistemas e análise de suporte de sistemas, com cerca de 10 mil dos quase 160 mil inscritos, e se solidariza com os candidatos. Desde o início do processo de realização do concurso público, o Senado tem atuado para garantir a transparência e a lisura da seleção cobrando da contratada – Fundação Getúlio Vargas – as providências adequadas e tomando diversos outros cuidados. Uma iniciativa de relevância, exemplo do profundo zelo para com o concurso, foi a decisão de acionar a Polícia Federal. Considerando o alto número de participantes, a ocorrência de provas em todo o país e, principalmente, em nome do interesse do candidato, o Presidente do Senado, José Sarney, tomou a iniciativa de solicitar ao Ministro da Justiça a colaboração da Polícia Federal. Em razão disso, os policiais federais estiveram à disposição e puderam acompanhar a realização do concurso, preservando a ordem e o seu bom andamento. Diversas notas assinadas pela Comissão do Concurso foram divulgadas a respeito de todas as etapas do concurso. Configurados alguns problemas pontuais, o Senado reitera ter tomado todas as medidas cabíveis ao seu alcance. A FGV foi convocada a dar explicações detalhadas, por escrito e também em reunião presencial com a Comissão do Concurso Público no dia 14 de março. O Senado esclarece, ainda, que exigiu a reaplicação das provas em todas as capitais, como da primeira vez, em dia diferente ao das provas discursivas para o cargo de consultor legislativo. Cobrou também que os candidatos alcançados pela reaplicação tenham a oportunidade de pedir a devolução da taxa de inscrição caso não queiram mais participar. A Fundação Getúlio Vargas, por sua vez, solicitou ao Senado Federal prazo adicional para a publicação dos gabaritos das provas objetivas (ofício da FGV). E o pedido foi aceito com a condição precípua de que os prazos para interposição de recursos fossem, por sua vez, também alterados. O Edital de retificação, contendo os novos prazos, será publicado no Diário Oficial desta quarta-feira, 14 de março. O Senado Federal reafirma seu compromisso com a transparência e com a lisura do concurso público e assegura, mais uma vez, que tem buscado tomar todas as providências não só para a solução, como também para o esclarecimento dos problemas ocorridos; no interesse do cidadão e no seu próprio, uma vez que conta com uma seleção justa e que permita o ingresso, em seus quadros, de servidores bem preparados e prontos para prestar serviço público no Poder Legislativo. Diretoria-Geral do Senado Federal”.
Cristiane Bonfanti – Do Correio Braziliense Renata Mariz – Do Correio Braziliense O festival de denúncias de irregularidades no concurso do Senado, realizado no último domingo para preencher 246 vagas com salários de até R$ 23,8 mil, não para de crescer. Depois de a Fundação Getulio Vargas (FGV), contratada sem licitação para organizar o certame, ter anulado as avaliações para três cargos — de analista legislativo, nas áreas de sistemas e de suporte de sistemas, e de técnico legislativo, na área de enfermagem — por causa da troca de cadernos de provas em quatro salas de aula de uma instituição de ensino em Taguatinga, candidatos correram ao Ministério Público para registrar uma série de queixas que vão do despreparo de fiscais que aplicaram os exames e falta de fiscalização do uso de equipamentos eletrônicos até a suposta cópia de questões de outros processos seletivos.
Ontem, um concorrente protocolou uma denúncia no MPF segundo a qual pelo menos 33 questões da prova específica de fisioterapia foram copiadas de exames aplicados por outras bancas em concursos de prefeituras de todo o país. “Até questões usadas pelo Cespe (Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília) em seleções menores, do interior do país, apareceram na nossa prova. Isso é um absurdo. Além de poder favorecer alguns, essa é uma conduta desonesta, que fere princípios de isonomia e propriedade intelectual”, desabafou. A FGV assegurou que a denúncia não se sustenta, já que a banca costuma fazer checagens minuciosas e cruzamentos para evitar cópias. Leia a reportagem completa na edição do Correio Braziliense desta quarta-feira.(14/3)
Do CorreioWeb O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP) publicou nesta terça-feira (13/3) uma portaria que cria algumas regras para servidores que acumulam cargos públicos nos termos em que legislação brasileira permite. Atualmente, ter mais de um emprego no setor público é permitido apenas para profissionais da área de saúde, professores, juízes e integrantes do Ministério Público. Confira. De acordo com o Planejamento, as regras foram criadas para complementar e controlar informações sobre esses servidores no Sistema de Pessoal Civil da Administração Pública Federal (Sipec). De acordo com o documento, o servidor ocupante de cargo de provimento efetivo, que for nomeado para outra função acumulável, deverá comunicar ao MP informações como a denominação do emprego que irá exercer, a jornada de trabalho, o nível de escolaridade exigido pela função, a data de ingresso e a área de atuação do cargo (médico, saúde ou magistério). A regra também vale para os casos de aposentados e de beneficiários de pensão civil que forem nomeados para funções públicas acumuláveis. Conforme a portaria, o cumprimento da portaria é “condição essencial e indispensável” para a posse no novo cargo. O documento foi publicado na página 64 (seção 1) do Diário Oficial da União.
Cristiane Bonfanti – Do CorreioWeb Jorge Freitas – Do CorreioWeb Depois de dezenas de queixas registradas, a Polícia Federal decidiu investigar as irregularidades na aplicação das provas do cobiçadíssimo concurso público para o Senado, que oferece 246 vagas com salários que vão de R$ 13,8 mil a R$ 28,3 mil. No domingo, após uma troca de provas em quatro salas da Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas (Facitec), em Taguatinga, a Fundação Getulio Vargas (FGV) anulou as avaliações para três cargos: de analista legislativo, nas áreas de análise de sistemas e análise de suporte de sistemas, que oferecem sete e três vagas respectivamente, e de técnico legislativo, na área de enfermagem, com cinco oportunidades.
Agora, 10.056 pessoas terão de refazer as provas de uma seleção que já começou marcada por polêmicas. Além de a FGV ter sido contratada sem licitação para organizar o processo seletivo, a Comissão do Concurso Público do Senado Federal expulsou, no mês passado, uma das suas integrantes, a servidora Lúcia Maria Medeiros de Souza, após verificar que ela estava inscrita para concorrer a uma das vagas de consultor legislativo (leia mais na página 10).
Leia na edição impressa do Correio Braziliense: Irregularidades em seleção podem gerar enxurrada de processos de indenização.
Concurso deve sair até quarta-feira, diz Câmara dos Deputados
Do CorreioWeb O edital do próximo concurso da Câmara dos Deputados está pronto e deve ser publicado no Diário Oficial da União até esta quarta-feira (12/3). As informações são da Diretoria de Recursos Humanos da Casa, que também confirmou o Cespe/UnB como a banca responsável pela elaboração das provas. A previsão é de que a seleção ofereça algo em torno de 20 vagas de nível superior, distribuídas entre os cargos de engenheiro, engenheiro de segurança do trabalho, arquiteto e técnico em material e patrimônio. De acordo a Câmara dos Deputados, as vagas são basicamente para repor cargos vagos oriundos de aposentadorias recentes. Os salários iniciais previstos para o cargo de analista é de R$ 11.914,88, já inclusos gratificações e benefícios.
Do CorreioWeb O Comando do Pessoal de Fuzileiros Navais (CPesFN) da Marinha do Brasil divulgou comunicado em página oficial cancelando o concurso público lançado para preencher 1.720 vagas no cargo de fuzileiro naval (nível médio). Confira o documento. Os interessados em participar deveriam ter de 18 a 21 anos em 2013. O edital de abertura também exigia que a altura do candidato deveria variar entre 1,54m e 2m. A seleção previa exame de escolaridade, verificação de dados biográficos e de documentos, inspeção de saúde, teste de suficiência física e exame psicológico. A primeira etapa estava marcada para o dia 29 de maio, às 10 horas. As vagas eram para o curso de formação de soldados fuzileiros navais para as turmas do ano de 2013. O curso tem duração de 17 semanas e oferece remuneração de R$ 550. Após a conclusão do estágio, os soldados passam a receber salário de R$ 1.1 mil. As lotações eram para as cidades do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Brasília, Ladário (MD), Belém (PA), Manaus (AM), Salvador (BA), São Paulo (SP) ou Natal (RN).
Comissão afirma que cobrará celeridade na aplicação das provas e assegura que cronograma do concurso para áreas não afetadas será integralmente mantido Guilherme de Almeida – Do CorreioWeb O presidente da comissão do concurso Senado Federa, Davi Anjos Paiva, publicou no começo da tarde desta segunda-feira (12/3) um balanço sobre as provas aplicadas no último domingo (11/3) a praticamente 160 mil candidatos em todo o território brasileiro. Para o presidente, as avaliações para os cargos de consultor, técnico e policial, todas aplicadas no turno da manhã, transcorreram “na mais absoluta normalidade, sem qualquer tipo de intercorrência”. Veja a nota. No entanto, Davi Anjos Paiva reconheceu problemas com a impressão das provas para a área de Enfermagem e para as subáreas de Análise de Sistemas e de Análise de Suporte de Sistemas. A comissão confirmou a decisão, tomada junto com a Fundação Getúlio Vargas, de reaplicar as provas a todos os candidatos da área e das subáreas afetadas, em todas as capitais, de forma a garantir a isonomia da seleção. A data ainda será definida. A comissão do concurso ainda informou que a responsabilidade dos fatos ocorridos é da Fundação Getúlio Vargas, que foi oficialmente solicitada pelo Senado Federal a dar explicações detalhadas sobre o ocorrido e dar celeridade nas providências destinadas à reaplicação das provas.
A FGV informou a equipe do CorreioWeb que a data de reaplicação das provas não será divulgada nesta segunda-feira (12/3), conforme foi noticiado por sites especializados em concursos. De acordo com a banca, a nova data será enviada individualmente aos candidatos inscritos, via Correios.
Atualizado às 16h50
Edital da CGU deve sair nos próximos dias; Esaf organizará seleção
Larissa Domingues – Do CorreioWeb
Quem aguarda o concurso da Controladoria-Geral da União (CGU), com oferta de 250 vagas para analista de finanças e controle, pode começar a se preparar. De acordo com informações do órgão, o edital de abertura será lançado nos próximos dias. A seleção será organizada pela Escola de Administração Fazendária (Esaf).
As chances serão distribuídas entre os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, além do Distrito Federal. As avaliações devem acontecer após 45 dias da publicação do edital. O provimento dos cargos está marcado para começar em setembro deste ano.
Do Correio Braziliense O erro na distribuição de provas durante o concurso do Senado Federal, realizado nesse domingo (11/3), obrigou a Fundação Getulio Vargas (FGV) a cancelar os exames feitos por candidatos a três cargos. Em comunicado à imprensa, divulgado por volta das 20h, a fundação informou que, além dos candidatos às vagas para analista de suporte de sistemas e enfermagem, quem prestou o concurso para analista de sistemas também terá que refazer todas as questões, incluindo a redação. A nova data e os locais serão informados aos inscritos pelos correios.
Além de frustrados, devido ao cancelamento de suas provas, muitos dos quase 10.500 candidatos que pagaram R$ 190 de inscrição para disputar uma das vagas destinadas aos três cargos ficaram indignados por não terem sido informados, ainda durante o exame, do que estava ocorrendo.
Embora o cancelamento das provas tenha sido anunciado à imprensa por volta das 18h de ontem, a informação não chegou ao conhecimento de todos os responsáveis pelos locais de prova. Com isso, muitos candidatos só deixaram a sala depois de terem respondido a todas as questões e feito a redação.
Supostamente, o problema no sistema ocorreu durante a inscrição de quase 300 pessoas. Elas foram erroneamente listadas como candidatas para o cargo de análise de suporte e, por isso, receberam o caderno de prova diferente do esperado. Apesar de o problema ter sido pontual, a anulação será nacional para garantir o princípio da isonomia e evitar que provas com conteúdo ou complexidade diferentes avaliem candidatos para um mesmo cargo. Os exames serão remarcados e, segundo a FVG, os candidatos serão individualmente contatados.
O gerente de Segurança de Informação, Mário Higino Taveira de Almeida, 40 anos, contou que os cadernos de prova para o cargo de analista de suporte de sistemas foram trocados pelos de analista de sistemas. “É desgastante. Pagamos caro pela inscrição (R$ 190) e eu esperava que (a prova) fosse tranquila, mas desde o início foi o contrário”, desabafou Almeida. Segundo ele, na sua sala, o erro só foi constatado porque a correção de uma das questões, feita previamente no quadro-negro, não coincidia com o enunciado da prova.
“Acho que algumas pessoas já haviam notado a confusão (em vez de terem em mãos a prova para analista de suporte de sistemas, tinham a de analista de sistemas), mas ninguém falou nada. Só quando os fiscais chamaram a atenção para a errata é que a confusão começou”, acrescentou o candidato. Muitos dos prejudicados deixaram o local e seguiram direto para a 21ª Delegacia de Polícia de Taguatinga, onde registraram boletim de ocorrência.
Com informações da Agência Brasil
Candidatos recebem caderno errado em Taguatinga e avaliações para 10.056 candidatos, que disputam 15 vagas na área de informática e de enfermagem, serão reaplicadas em data ainda a ser definida pela FGV 
Bárbara Nascimento
Jorge Freitas
Ana Carolina Dinardo Uma troca de provas em quatro salas de um dos locais de realização do concorrido concurso do Senado, a Faculdade de Ciências Sociais e Tecnológicas (Facitec), em Taguatinga, obrigou a Fundação Getulio Vargas (FGV), organizadora da seleção, a anular as avaliações de, ao menos, três cargos em todo o país. São eles: de analista legislativo para as duas especializações previstas da área de informática — análise de sistemas e análise de suporte de sistemas (que oferecem sete e três vagas, respectivamente) e para enfermagem (com cinco oportunidades). São, no total, 10.056 candidatos que farão novas provas na disputa pelas 15 vagas.
Em nota, a FGV alegou que “foi detectada insuficiência de caderno de provas em algumas salas” no período da tarde. A instituição chegou a informar que os novos exames seriam em 29 de abril, mas voltou atrás logo depois, esclarecendo que a data ainda será definida. Mais de 20 inscritos registraram ocorrência na 21ª Delegacia de Polícia.
O servidor público Ricardo Roriz, 27 anos, foi um deles. Na sala 503, ele e outros candidatos receberam um caderno referente à especialização analista de sistema. Mas ele se inscreveu para a outra, de suporte de sistemas. “Avisamos imediatamente o fiscal da sala, que continuou distribuindo as provas. Ao perceber o erro, o funcionário avisou a coordenação”, disse. Segundo ele, os candidatos foram orientados a permanecer na sala, pois seriam providenciados cadernos com as questões de um outro local, a Universidade Católica. Uma hora depois, os candidatos foram avisados de que a prova não seria aplicada a eles e que deveriam deixar o local. “Saímos com a promessa de que a FGV entraria em contato para fazermos um novo exame”, afirmou.
Gritaria
O mesmo aconteceu com Mário Araújo, 34 anos, que concorre à vaga para análise de suporte de sistemas e recebeu a prova errada. Araújo conseguiu a cópia da ata feita pelo fiscal da sala onde deveria fazer a avaliação. “A isonomia entre candidatos está prejudicada, porque alguns fizeram e outros não”, contou. Marcos Soares França, 30, outra vítima, relatou ter ouvido gritaria em salas próximas pouco depois do início da distribuição das provas.
De acordo com o agente da 21ª DP Sidney Silva, o caso está em apuração. “Devemos intimar as partes e verificar o que houve. Se ficar caracterizado crime, a Polícia Civil vai agir”, afirmou. Essa não é a primeira falha nesse concurso do Senado. Dois dos quatro editais foram republicados porque a FGV incluiu programa de disciplinas que repetia textos do concurso anterior de 2008. Logo depois, foi descoberto que uma servidora do Senado que fazia parte da comissão do concurso do órgão se inscreveu para o cargo de consultor. Ela foi desligada da comissão. Na ocasião, a FGV sustentou que não havia razão para anular o concurso.
Questionada pelo Correio sobre o número de abstenções ontem nas provas, como ocorre em vários concursos, a FGV informou que não divulgaria os dados, pois são “uma prerrogativa do Senado”. O órgão não se pronunciou a respeito. Foram inscritos 157,9 mil candidatos, uma média de 642 para cada uma das 246 vagas ofertadas para os cobiçados cargos de técnico legislativo, que exige ensino médio, e de analista e consultor, de nível superior. O maior atrativo são os salários iniciais de R$ 13,8 mil, de R$ 18,5 mil e de R$ 23,8 mil, respectivamente.
O concorrido concurso provocou congestionamentos enormes nas áreas mais próximas aos locais das provas . Para alguns, as questões objetivas das provas estavam mais fáceis do que esperavam, sobretudo, as de língua portuguesa. A advogada Flávia di Pilla, 36 anos , na disputa por uma das nove vagas para consultor legislativo, afirmou ter achado o nível das questões justo. “A prova estava acessível, principalmente a parte objetiva. Acredito que a maior dificuldade agora será a nota de corte, que deve ser bem elevada”, disse.
Dificuldades
As reclamações de alguns candidatos para o cargo de técnico legislativo foram relativas à prova de informática e à questão discursiva, que tratou dos prazos, dos órgãos competentes e especificidades da tramitação legislativa de uma medida provisória. O técnico judiciário Rubens Pereira, 23, fez a prova na Facitec e relatou que teve mais dificuldade com a questão discursiva. “Ela exigia conhecimentos muito específicos, com certeza foi a parte mais difícil”, contou. “De resto, considero que a prova foi de dificuldade mediana à baixa”, completou.
A gestora de finanças Solange Terno, 42 anos, que trabalha na iniciativa privada, disse que achou a prova cansativa, mas também não considerou difícil. Ela, que disputa o posto de analista administrativo, revelou ter tido dificuldades em português. “Estudei um pouco em casa e acompanhei muita aula pela internet”, contou ela, que mora em Ceilândia e foi de ônibus até o Uniceub, na Asa Norte.
O servidor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) Teógenes Berto Nobrega, 35 anos, fez provas de manhã para consultor e à tarde, para analista, também no Uniceub. “Quero o cargo de analista de apoio logístico. De manhã foi difícil, mas não deixei questão em branco. Fiz uma boa prova de inglês. As provas técnicas tiveram um caráter mais histórico, falando de questões de legislação antiga. Como já trabalho para o governo, acho que me saio bem na prova de nível superior”, acredita. Quem chegou em cima da hora, pela manhã, se deparou com uma enorme fila, no Uniceub. Marcus Elísios, 34 anos foi um deles. Embora já esteja com uma vaga garantida no Ministério do Esporte, ele almeja o tão sonhado salário de R$ 18,5 mil para vaga de analista ou de 13,8 mil para técnico administrativo. “Os salários são incríveis, fora os benefícios. Por isso, resolvi tentar as duas carreiras”, afirmou. Ele disse ter estudado quatro anos para o concurso.

