A onda volta. É o que muitos integrantes do Ministério Público devem estar pensando hoje. Por seis votos a cinco, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) decidiu hoje (19) demitir o procurador Diogo Castor de Mattos, que integrou a extinta força-tarefa da Operação Lava-Jato em Curitiba.
Motivo: Castor contratou, em março de 2019, e afixou um outdoor em homenagem à operação e, portanto, praticou ato de improbidade administrativa, segundo entendimento da maioria do CNMP.
O outdoor mostrava a imagem de nove procuradores liderados por Deltan Dallagnol com a frase: “Bem-vindo à República de Curitiba. Terra da Operação Lava Jato, a investigação que mudou o país. Aqui a lei de cumpre. 17 de março — 5 anos de Operação Lava Jato — o Brasil agradece”.
A maioria do plenário do CNMP acompanhou o voto da conselheira Fernanda Marinela de Sousa Santos, e votou pela demissão.
Deputados petistas comemoram nas redes sociais. “Urgente: Efeitos da PEC 5: O procurador da Lava Jato Diogo Castor de Matos, acaba de ser demitido do ministério público por ter financiado irregularmente a produção de outdoor de propaganda da Lava Jato”, postou o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), que é secretário-geral do partido.
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