Depois de enviar carta assinada e tudo recomendando às federações filiadas à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) que não recebessem jogo de nenhum dos seus filiados — Flamengo e Fluminense — na Primeira Liga, o presidente da Federação do Estado do Rio, Rubens Lopes, vai precisar do empréstimo de estádios de fora para amenizar o prejuízo causado pelas entregas do Maracanã e do Engenhão aos comitês Olímpico Internacional e Organizador dos Jogos do Rio-2016.
O mandatário da Federação de Futebol do Distrito Federal, Erivaldo Alves, já sabe que o Mané Garrincha está reservado para o clássico entre Fluminense e Flamengo, no próximo dia 21. O jogo só não foi confirmado (ainda) para Brasília porque uma fonte tricolor disse ao blog que duas empresas travam uma queda de braço nos bastidores para promover — leia-se comprar — o jogo. Rubinho também vai precisar de uma forcinha do Espírito Santo. O presidente da Federação Capixaba, Gustavo Vieira, está ciente de que o Botafogo pretende mandar o Clássico Vovô do próximo dia 24 de fevereiro no Estádio Kleber Andrade, em Cariacica.
Enquanto Flamengo, Fluminense e Botafogo buscam casas para alugar e mandar seus clássicos, o presidente do Vasco, Eurico Miranda, bate o pé e se recusa a sair das fronteiras do estado do Rio de Janeiro. O campeonato à parte com o Flamengo, por exemplo, vai ser em São Januário.
A possibilidade de o duelo entre Fluminense e Flamengo ser no Mané Garrincha pode esbarrar em um problema burocrático. O contrato do Governo do Distrito Federal com a Greenleaf, empresa responsável pela manutenção do gramado, expira daqui a 10 dias, em 12 de fevereiro, ou seja, corre o risco de o tapete ficar sem tratamento por 11 dias antes do Fla-Flu. Um problema e tanto para a qualidade do clássico mais charmoso do país pelo Campeonato Carioca.
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