Ronaldo brinda Inter com a Copa Uefa, atual Liga Europa, em 1998: seis gols, como Lukaku em 2020
A Internazionale está de volta a uma final europeia depois de 10 anos. Há uma década, o clube italiano era tricampeão da Uefa Champions League ao derrotar o Bayern de Munique, por 2 x 0, no Santiago Bernabéu. Nesta sexta-feira, o time de Milão disputará o tetra da Europa League. Os três títulos anteriores foram quando a competição chamava-se Copa da Uefa. Levantou a taça em 1991, 1994 e 1998. O adversário na final depois da goleada por 5 x 0 sobre o Shakhtar Donestk será o recodista Sevilla — pentacampeão do torneio.
Na última conquista, a Inter contava com um fenômeno na comissão de frente. Eleito três vezes melhor do mundo, Ronaldo comandou o triunfo por 3 x 0 sobre a Lazio no Parque dos Príncipes, em Paris. O brasileiro vestia a camisa 10. Marcou seis gols naquela edição. Um deles justamente o do título, o terceiro na final italiana. Ronaldo e companhia eram comandados por Luigi Simoni.
Vinte e dois anos depois, a Internazionale conta novamente com um centroavante inspirado. Autor de dois gols contra o Shakhtar, o belga Romelu Lukaku igualou os 6 marcados pelo Fenômeno na campanha de 1997/1998. Ele pode até ser o artilheiro. O português Bruno Fernandes do Manchester United lidera com 8, mas os Diabos Vermelhos foram eliminados.
Lukaku não tem a mesma técnica de Ronaldo, óbvio, mas também é um trator no ataque. A força física e a explosão nas arrancadas impressionam. Sorte dele ter ao lado parceiro tão inteligente e goleador como Lautaro Matínez no sistema tático 3-5-2 de Antonio Conte. Que baita jogador o ex-atacante do Racing. Por falar em tatiquês, que o duelo entre Conte e o espanhol Julen Lopetegui tem tudo para ser uma atração à parte no campo das ideias.
O tetra na Copa da Uefa/Liga Europa pode significar bem mais do o fim do jejum de nove anos sem título. A última conquista da Inter é a Copa Itália 2011 diante do Palermo. A conquista pode servir como recado para Lionel Messi. O jogador eleito seis vezes melhor do mundo está insatisfeito no Barcelona. Paralelamente, a Internazionale sonha com ele.
O grupo chinês Suning, dono de 70% da Internazionale, cogita desembolsar 260 milhões de euros (R$ 1,6 bilhão) para tirar Messi do Barcelona. Outro atrativo é o salário de 50 milhões de euros (cerca de R$ 307 milhões) em quatro anos de contrato. A dupla de ataque Lautaro Matínez e Lukaku funciona bem. Cada um fez dois gols contra o Shakhtar Donetsk. Imagina então se eles ganharem a companhia de Lionel Messi.
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