Avião da Seleção A aeronave serviu à icônica banda Rolling Stones em duas turnês. Foto: Aeronexus A aeronave serviu à icônica banda Rolling Stones em duas turnês. Foto: Aeronexus

“Bunker” de R$ 1 bilhão: o avião VIP que levará a Seleção à Copa do Mundo

Publicado em Esporte

Portas em automático às 22h desta segunda-feira, na base aérea do Galeão. O blog apurou que a Seleção embarcará rumo a New Jersey, nos Estados Unidos, na mesma aeronave que levou o Flamengo para o Catar na Copa Intercontinental do ano passado. A CBF escolheu o Boeing 767-300 VIP da empresa aérea sul-africana Aeronexus com direito a customizações previstas no acordo com a entidade máximo do futebol nacional.

 

O avião da empresa com sede na África do Sul é avaliado em R$ 1 bilhão. Segundo especialistas ouvidos pelo blog Boeing 767-300 VIP, da empresa aérea sul-africana Aeronexus. og, um dos mais luxuosos do mundo. A Seleção Brasileira feminina embarcou nele para a Copa do Mundo de 2023 na Oceania. Clientes como a banda Rolling Stones também foram servidos pela companhia na turnê dos 60 anos do grupo icônico.

 

As delegações transportadas pela empresa com sede na África do Sul. Foto: Aeronexus

 

Fabricada em 1990 sob encomenda da empresa aérea polonesa LOT, a aeronave fretada para a Seleção foi reconfigurada para o transporte VIP. Passou de 243 poltronas para 96 assentos de altíssimo conforto. Todas de primeira classe. O avião partiu de Londres aterrissou no Galeão na madrugada de domingo para receber a bagagem da Seleção.

 

Os jogadores não sofrerão com tédio. O entretenimento a bordo é sem fio. Permite aos jogadores da Seleção o uso pessoal de tablets, smartphones ou laptops. Cada assento oferece uma tomada para carregar dispositivos. O contrato prevê normalmente até três pilotos, um engenheiro, um gerente de voo e seis a oito comissários de bordo. A autonomia é de 6.500 milhas náuticas. Equivalente a uma viagem sem escalas de Londres ao Rio.

 

Avião parte do Rio às 22h e tem chegada prevista para 7h em New Jersey. Foto: Aeronexus

 

A aeronave escolhida foi usada pelo Brasil neste ciclo em 2023. A delegação comandada pelo técnico Fernando Diniz viajou para Bogotá na partida contra a Colômbia pelas Eliminatórias da América do Sul para a Copa do Mundo de 2026.

 

Embora tenha contrato de patrocínio com a Azul, a CBF tem contratado voos fretados há um bom tempo. Em 2018, partiu rumo à Rússia na aeronave de uma companhia com sede em Malta. Quatro anos depois, fez uma parceria com a Qatar Airways em direção a Doha, a capital do país do Oriente Médio e da Copa do Mundo em 2022.

 

Conforto total para a delegação da Seleção a bordo da companhia sul-africana. Foto: Aeronexus

 

Novos tempos! A falida Varig foi a companhia aérea da Seleção Brasileira da Copa de 1962, no Chile, a 2006, na Alemanha. Levou e trouxe a delegação em quatro das cinco conquistas, ou seja, em 1962, 1970, 1994 e 2002. Em 2010, a missão passou a ser da TAM. Depois disso, a CBF assinou acordo com a GOL, que transportou o Brasil internamente durante toda a campanha canarinha na Copa do Mundo de 2014.

 

Depois da goleada por 6 x 2 contra o Panamá no Maracanã, a delegação ganhou folga até as 17h desta segunda-feira. O elenco se reapresentará na sede da CBF na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, vestirá os ternos confeccionados por Ricardo Almeida, posará para a foto oficial e embarcará de ônibus rumo ao Aeroporto Internacional do Galeão. A decolagem está prevista para 22h depois de uma AeroBrasil organizado pelo Movimento Verde Amarelo em parceria com algumas organizadas de times de futebol.

 

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