Andrew deve ser titular neste domingo no clássico contra o Fluminense. Foto: Gilvan de Souza/Flamengo
A provável estreia do recém-contratado Andrew com a camisa do Flamengo neste domingo no clássico contra o Fluminense, às 18h, no Maracanã, deve encerrar uma sequência incrível do goleiro Agustín Rossi debaixo das traves rubro-negras. A última vez que o time principal não teve o argentino na meta foi há oito meses ou 246 dias para ser mais preciso.
Em 21 de maio de 2025, o Flamengo venceu o Botafogo-PB por 4 x 2 pela terceira fase da Copa do Brasil com Matheus Cunha escalado pelo técnico Filipe Luís. O ex-reserva foi negociado no ano passado com o Cruzeiro, se apresentou ao time mineiro no início desta temporada, mas sofreu lesão no menisco com indicação cirúrgica.
De lá para cá, Rossi emendou uma incrível sequência de 45 partidas consecutivas como dono das traves, incluindo o Clássico dos Milhões na última quarta-feira contra o Vasco na vitória por 1 x 0 no Maracanã. Portanto, o homem de confiança deve ganhar uma folga rara.
Nascido em Duque de Caxias (RJ), Andrew custou 1,5 milhão (R$ 9,4 milhões) ao Flamengo. Ele estava no Gil Vicente, clube da primeira divisão do Campeonato Português. O maior desafio de Andrew será manter a dinâmica de jogo de Rossi como um líbero.
“Características eu só posso mostrar dentro de campo. Estou me adaptando ao modelo de jogo implementado pelo Filipe Luís e pelo clube. Espero agregar e somar da melhor maneira possível. Tem o Rossi, que joga muito bem com os pés. Desde que cheguei, nós conversamos para ver a melhor maneira de ajudar o Flamengo”, afirmou o reforço na primeira entrevista coletiva como jogador rubro-negro.
Andrew era titular absoluto no Gil Vicente e chega ao Flamengo na função de primeiro suplente de Rossi. Na gestão de Filipe Luís, Matheus Cunha entrou em campo cinco vezes.
“O que aconteceu com o Matheus Cunha não está ao meu alcance. O que posso dizer é que estou disposto a ajudar o Flamengo da maneira que seja. No final de tudo, o que mais importa é o Flamengo vencer, conquistar. Se vai jogar o jogador A ou B, não sou eu quem vou decidir, mas sim o treinador. Friso que o que é mais importante é o Flamengo vencer. Quando se faz parte de um elenco desses, estando dentro ou fora, tem de estar 100% disposto a ajudar o time a continuar conquistando”, ponderou.
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