O tamanho do Mané Garrincha é um dos argumentos para a ausência na Copa América. Foto: Gilvan de Souza
O abandono do Maracanã, a resistência do Botafogo a jogos do Flamengo como mandante no Engenhão e a transformação do Estádio Luso-Brasileiro em Arena da Nação fazem a diretoria rubro-negra olhar para Mané Garrincha como segunda ou até primeira casa em 2017. Em princípio, o time da Gávea estuda mandar até seis partidas em Brasília neste ano. A primeira delas contra o Grêmio, em 8 de fevereiro, pela Primeira Liga. Nem mesmo jogos do Campeonato Carioca, do Campeonato Brasileiro da Libertadores estão descartados. O Mané Garrincha não vê bola rolando desde 28 de agosto do ano passado, na vitória do Palmeiras pelo Fluminense na Série A.
“As chances de o Flamengo jogar em Brasília são grandes, depende da questão da definição do Maracanã”, disse ao blog em entrevista por telefone o presidente Eduardo Bandeira de Mello na tarde desta sexta-feira. Cauteloso, ele praticamente cravou a realização do duelo com o Grêmio na capital federal. “É possível”. Nesta semana, houve um encontro entre representantes do clube e do GDF para alinhavar um pacote de partidas no Mané em 2017.
Com a hipótese de não ter o Maracanã, o Flamengo pretende disputar a fase de grupos e as oitavas de final da Libertadores na Arena da Nação, na Ilha do Governador. Se o clube for além, Brasília volta a ser o destilo preferido. “Nada decidido ainda. Se não tivermos o Maracanã, podemos jogar em Brasília a partir das quartas de final”, disse o presidente Eduardo Bandeira de Mello.
Como mostrou a reportagem do Correio Braziliense, em 1º de janeiro, o GDF entrou na briga para o Mané Garrincha receber o duelo entre Brasil e Paraguai, em 28 de março, pela 14ª rodada das Eliminatórias para a Copa da Rússia-2018. A disputa é com a favorita São Paulo, Rio, Porto Alegre e Cuiabá.
Em outra negociação, a Federação de Futebol do Estado do Rio (Ferj) autorizou os clubes a jogar fora, desde que haja concordância entre os times. “Existe a possibilidade (de estádios de fora do Rio receberem jogos do Carioca) estabelecida no regulamento, desde que exista concordância entre as partes. As exceções são as semifinais e finais do campeonato, que precisam ser realizadas no Maracanã ou no Engenhão”, afirmou ao Correio Braziliense o diretor de competições da Ferj, Marcelo Vianna. Em 2016, o Mané recebeu um Fla-Flu e um Fla x Vasco pelo Estadual.
A possibilidade de jogos em Brasília esbarra em algumas preocupações. Uma delas, o estado do gramado. O GDF tinha uma dívida de aproximadamente R$ 300 mil com a empresa responsável pela manutenção do gramado. O blog apurou tanto com o GDF quanto com a empresa Greenleaf que a pendência foi quitada. Além da conservação do campo de jogo, há uma preocupação com problemas nas instalações como parte elétrica da arena (curto-circuito), que foi inaugurada há quatro anos para a Copa das Confederações, a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos.
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