Quem pode mais? A queda de braço foi na terça. No primeiro dia de reunião plenária da Câmara dos Deputados, Suas Excelências peitaram a presidente. Derrubaram o decreto que criou os conselhos populares. Comemoraram. Gilberto Carvalho, secretário-geral de Dilma, desdenhou o feito. Classificou-o de “vitória de Pirro”.
“O que é isso, companheiro?”, perguntaram amigos, inimigos e muristas. A resposta vem de tempos idos e vividos. Foi há 2.293 anos. Pirro, rei de Épiro, venceu os romanos na batalha de Asculum. Pra chegar lá, perdeu os melhores homens e as melhores armas. Boa parte das tropas foi dizimada. Ao ver o estrago, Sua Majestade exclamou: “Com mais uma vitória como essa, estarei arrasado”.
O tempo passou, mas a história permaneceu. E, com ela, a expressão. Vitória de Pirro dá nome a êxito custoso, conquistado com muitos sacrifícios. Passará. Depois de um, dificilmente virá outro. Valerá a pena? Você decide.
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