Só no papel

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Um dos setores mais decepcionados com o governo é o segmento das papelarias. Dos R$ 17,4 milhões previstos pelo GDF para o projeto Cartão Material Escolar, nada foi liberado. No início do ano, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico abriu edital para cadastramento de papelarias que poderiam receber por meio do cartão do governo. Os lojistas alugaram máquinas de débito, no valor de R$ 480, na expectativa de vender produtos aos beneficiários do programa. “Quem estava irregular correu para resolver o problema e conseguir as certidões negativas. Todo mundo investiu, mas ficou na mão”, reclama o presidente do Sindicato de Papelarias do DF, José Aparecido Freire. No ano passado, o GDF gastou R$ 27 milhões com o programa.

Helena Mader

Repórter do Correio desde 2004. Estudou jornalismo na UnB e na Université Stendhal Grenoble III, na França, e tem especialização em Novas Mídias pelo Uniceub.

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Helena Mader

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