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ANA MARIA CAMPOS
Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR) tiveram uma longa conversa nesse período de suspense sobre a candidatura do ex-secretário de Saúde.
O dia: 16 de agosto, a segunda-feira posterior ao fim de semana em que Frejat paralisou a agenda, depois de anunciar que cogitava desistir.
Rollemberg esteve na casa do adversário, de manhã cedo, no Lago Sul. Chegou às 8 horas. Foi uma conversa franca, leal. Os dois falaram sobre as dificuldades: exigências políticas, crises, demandas quase impossíveis de serem atendidas.
O governador apontou que Frejat teria muita dificuldade de governar com os aliados da sua chapa, sem manchar a biografia. Ele também enfrentou infernos, mas, disse que, sem uma base política, teve condições de levar para o coração do governo técnicos do Congresso, como Leany Lemos e Sérgio Sampaio.
Na conversa, eles também olharam para trás. Na campanha de 2014, em que os dois se enfrentaram no segundo turno, houve muitas agressões. Rollemberg explicou que precisou reagir e acreditava que aquele Frejat de quatro atrás era influenciado justamente pelas companhias que agora lhe seriam prejudiciais.
Frejat demonstrou, já naquele dia, que os diabos realmente o atormentavam. Mas o governador lhe aconselhou a disputar o Senado, um mandato que lhe daria oportunidades de ajudar Brasília, com independência, sem precisar carregar ninguém.
Rollemberg saiu dali ainda como opositor. Mas, sem dúvida, foi um encontro de dois políticos que se respeitam.
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