O deputado Reginaldo Veras (PDT) abdicou, de forma irrevogável, de 90% da verba com correspondência. A decisão veio, segundo o distrital, porque é “inútil ter esse gasto em tempos de internet, com redes sociais e e-mails”. Cada gabinete tem direito a R$ 14 mil com esses gastos por mês.
Para o trabalhista, é um “desrespeito ao eleitor e ao cidadão” ter um “gasto exorbitante, com comprovação e origem duvidosas” em um momento de crise. Os 10% restantes, cerca de R$ 1,4 mil, serão uma reserva para correspondências oficiais, segundo o parlamentar.
Veras também é um dos deputados que menos torra a verba indenizatória. No primeiro semestre, ele usou 5% de um total de R$ 151.933,50 pagos aos parlamentares para custear combustível, locação de imóveis e veículos, consultorias e divulgação de atividade parlamentar.
Sem títulos
Outro questionamento feito pelo pedetista são os projetos de decreto legislativo utilizados para conceder títulos de cidadão honorário. Recorrentemente propostos na Câmara Legislativa, são, para o pedetista, “um gasto de tempo e de espaço” na Casa.
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