“Pode ser uma retaliação”, diz Bia Kicis sobre destituição do comando do PSL-DF

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Em meio à briga entre o grupo do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), e aliados de Luciano Bivar, dirigente nacional do PSL, a deputada federal Bia Kicis foi destituída do comando da legenda no DF.

Kicis foi eleita pelo PRP e entrou para o partido no início de 2019. Ela havia assumido o comando do diretório regional em março deste ano, mas o comando local da legenda foi desfeito por ordem do comando nacional. Até então, não houve definição sobre os rumos do partido no DF.

“Na verdade, o meu mandato tinha acabado em setembro e eu tinha solicitado a prorrogação e não recebi nenhuma resposta. Agora, recebo essa notícia pela imprensa. Então, eu acho que esse ato pode ser uma retaliação. Assim como nos tirar de comissões e eu ter sido retirada da liderança do governo”, disse a deputada ao Correio.

Em primeiro mandato, a deputada federal é uma das aliadas mais próximas do presidente Jair Bolsonaro. Foi Kicis quem o apresentou ao ministro da Economia, Paulo Guedes. Desde que assumiu o cargo, sempre se posicionou ao lado das medidas do presidente.

Na briga de Bolsonaro com Bivar, Kicis faz parte do grupo insatisfeito com o atual comando da legenda, alvo de investigações por suspeitas de candidaturas laranjas nas eleições de 2018. Ela e outros parlamentares cobraram abertamente transparência na prestação de contas do partido.

Alexandre de Paula

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