24/05/2018. Crédito: Arthur Menescal/Esp.CB/D.A Press. Paulo Fona
Quem nomeia e exonera é o presidente da República. Portanto, quem me exonerou foi o presidente Bolsonaro.
Porque ele decidiu que eu não deveria mais integrar a equipe dele. Foi isso o que eu ouvi quando fui comunicado da exoneração.
Quem me comunicou foi o adjunto da Secom, Samy Liberman, que informou que o Presidente da República não me queria mais em sua equipe.
Não sei, mas é o que estão veiculando. E o motivo também me parece absurdo: os conflitos entre o DEM e o governo Yeda Crusius, em 2007! Ou seja, há 12 anos. Seria muita mesquinharia da parte dele.
Fui um dos fundadores do PT nacional e local e saí do partido depois da expulsão de três parlamentares que votaram em Tancredo Neves. Tem mais de 30 anos que isso aconteceu. Não posso acreditar que isso tenha influenciado a decisão do presidente da República. Acho que o fato de eu ter sido secretário de Comunicação no governo tucano de Yeda Crusius e, mais ainda, no governo de Rodrigo Rollemberg, podem ter influenciado mais. Mas tudo é possível.
Acredito que sim. Sou otimista e tinha a expectativa de poder conduzir o relacionamento com a imprensa de maneira diferente do que vem ocorrendo. Jornalista tem o direito de questionar os atos dos governantes, que devem responder a eles. É assim que a sociedade se informa.
O grande erro é imaginar que toda a imprensa está contra esse ou aquele governo. Sempre haverá conflito entre a mídia e os governantes, mas há de se ter limites na condução desse conflito. Sem ofensas e agressões gratuitas de ambos.
O de incensar positivamente os fatos que digam respeito aos interesses da população como, por exemplo, a liberação do FGTS e a antecipação do pagamento de metade do décimo-terceiro salário de aposentados e pensionistas. É a agenda positiva que revela a preocupação do governo em resolver os problemas concretos da população.
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