ANA MARIA CAMPOS/EIXO CAPITAL
Entre os registros das 644 candidaturas no Distrito Federal, 230, ou seja, 35,71%, optaram por não divulgar a orientação sexual, informação que passou pela primeira vez a constar do cadastro de quem está concorrendo às eleições.
Entre os que apresentaram esses dados no DF, 385 afirmaram ser heterossexuais, 11 são gays, 10 são bissexuais e oito são lésbicas.
A medida foi aprovada por meio de resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas não obriga ninguém a apresentar sua orientação sexual.
No registro, o candidato ou candidata também pode declarar a identidade de gênero: se cis (que se identifica com seu gênero de nascimento) ou trans (que se apresenta e identifica com gênero diferente do seu nascimento).
No DF, apenas dois candidatos se apresentaram como transgêneros.

