A secretária de Planejamento, Orçamento e Gestão do GDF, Leany Lemos, foi a entrevistada desta segunda-feira (8) no programa CB.Poder. Durante a entrevista, ela falou sobre o ajuste fiscal realizado no Distrito Federal e garantiu que, para 2016, não há previsão de novos aumentos de impostos. Mas Leany reconheceu que a ameaça de atraso de salários ainda paira sobre o Distrito Federal. “Mais por uma questão macroeconômica e nacional do que local. É a primeira vez no Brasil, desde a Segunda Guerra, em que temos dois anos seguidos de recessão”, explicou. “A gente se preparou, fez o dever de casa, há um esforço de governo”, acrescentou. O programa CB.Poder vai ao ar às segundas-feiras, às 18h, na TV Brasília.


3 thoughts on ““O monstro ainda está vivo”, diz Leany Lemos, sobre a ameaça de atraso de salários do funcionalismo público”
O monstro da má gestão também ainda paira sobre o DF. Engraçado que o atual governador falou que não faltava dinheiro, mas sim gestão. E agora, Rollemberg, você havia falado que faltava era gestão. E agora falta o quê?
Pois bem, aumentaram os impostos, não concederam os reajustes aos servidores, meteram a mão no superávit do IPREV e ainda falta dinheiro?
O engraçado é que não falta dinheiro para gastar com combustível de helicóptero para percorrer o “imenso” DF, bem como há dinheiro para se gastar com propagandas caríssimas, com os comissionados dispensáveis e demais coisas supérfluas.
A cidade está parada, mas os gastos supérfluos e com comissionados não mudaram.
Chega logo, 2018. Se tiramos o sem noção do Agnelo, tiraremos o atual desgovernador!
O monstro da má gestão também ainda paira sobre o DF. Engraçado que o atual governador falou que não faltava dinheiro, mas sim gestão. E agora, Rollemberg, você havia falado que faltava era gestão. E agora falta o quê?
Pois bem, aumentaram os impostos, não concederam os reajustes aos servidores, meteram a mão no superávit do IPREV e ainda falta dinheiro?
O engraçado é que não falta dinheiro para gastar com combustível de helicóptero para percorrer o “imenso” DF, bem como há dinheiro para se gastar com propagandas caríssimas, com os comissionados dispensáveis e demais coisas supérfluas.
A cidade está parada, mas os gastos supérfluos e com comissionados não mudaram.
Chega logo, 2018. Se tiramos o sem noção do Agnelo, tiraremos o atual desgovernador!
O monstro da má gestão também ainda paira sobre o DF. Engraçado que o atual governador falou que não faltava dinheiro, mas sim gestão. E agora, Rollemberg, você havia falado que faltava era gestão. E agora falta o quê?
Pois bem, aumentaram os impostos, não concederam os reajustes aos servidores, meteram a mão no superávit do IPREV e ainda falta dinheiro?
O engraçado é que não falta dinheiro para gastar com combustível de helicóptero para percorrer o “imenso” DF, bem como há dinheiro para se gastar com propagandas caríssimas, com os comissionados dispensáveis e demais coisas supérfluas.
A cidade está parada, mas os gastos supérfluos e com comissionados não mudaram.
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