O governador Rodrigo Rollemberg publicou nesta quarta-feira um decreto aumentando ainda mais o arrocho nos gastos públicos. A legislação proíbe despesas com diárias de viagens, compra de passagens áreas, participação em cursos, congressos, seminários e eventos, contratação ou prorrogação de contratos de locação de mão de obra temporária (com exceção das áreas de educação e saúde), e veta a assinatura de contratos de aluguel de imóveis. O decreto proíbe ainda a contratação de obras e reformas de instalações em valor superior a R$ 2 milhões por ano e por contrato.
A partir de agora, os veículos oficiais terão cotas mensais fixas por tipo de combustível: 240 litros de gasolina; 260 litros de álcool e 280 litros de óleo diesel. As únicas exceções para esses limites são carros das secretarias de Segurança Pública, Saúde e veículos de transporte escolar, além de carros de representação de dirigentes de autarquias, fundações, empresas públicas, do governador, do vice e de seus familiares.
Todos os órgãos terão que encaminhar até 31 de março relatórios com dados sobre todos os contratos administrativos vigentes e deverão demonstrar os percentuais de economia alcançados a partir das renegociações realizadas com os fornecedores. As secretarias e empresas públicas também terão que comprovar ao GDF as medidas adotadas para redução em 30% do valor gasto com impressão de documentos, os percentuais de economia gerados em despesas de custeio e os cortes realizados a partir das reestruturações administrativas.


15 thoughts on “Mais um arrocho: governador baixa decreto com novos cortes de despesas”
As únicas exceções para esses limites são carros… e do governador, do vice e de seus FAMILIARES? Belo “arrocho” esse!
Isso era para ser sempre e não agora em período de vacas magras.
Vou te ajudar Governador. Manda embora boa parte dos apadrinhados que ocupam cargos comissionados e além de economizar, será bem visto pela população. Precisa ter coragem.
Corta gastos de um lado, mas não abre a mão de seus peixes (comissionados). Muitos desses são dispensáveis ao funcionamento do Estado. Além disso, continua a esbanjar dinheiro com o helicóptero, cujo gasto de combustível ultrapassa um milhão de Reais por mês.
O dinheiro do contribuinte abastece carros de familiares? Pode produção?
Os comissionados que fazem a maquina publica caminhar … Indispensáveis e necessários …
Realmente parece que vivemos numa monarquia não é mesmo? Todos nós trabalhamos e pagamos pelo que consumimos (a exemplo de combustível de veículos), mas para a “parentada” não pode ser assim? Por que motivo? Que função eles desempenham que é de interesse para o Estado?
Enquanto ficar de joelhos para os deputados e seus partidos, que nomeiam a “claque das campanhas”, tudo que fizer vai ser pouco. Servidores de carreira em cargos de chefia são mais baratos que os “indicados”.
E os MEDICAMENTOS para os DIABÉTICOS? Vários, como eu mesmo, estamos tendo problemas de saúde que em breve causará uma demanda muito grande junto ao SUS. CADE A INSULINA DESGOVERNADOR…
Vejo uma oportunidade: o BRB hoje está bem, mas pode algum dia ser usado com fins políticos. Qual a lógica de um Estado com problemas na saúde, educação, habitação e segurança (só para ficar nas promessas mais gritantes de todo político) manter um Banco (pequeno na competição com os grandes do país, e que pode ter os dias contados). A privatização do BRB colocará importantes recursos para as áreas sociais, cada dia mais carentes. Os próximos meses serão difíceis, exige-se coragem de um Governador. Ninguém o elegeu para manter o BRB, lembre-se disso.
Comissionados rua neles. Nós concursados estamos aptos a exerecer cargos de chefia Falta de respeito ser subordinado a um cara sem vinculo com o serviço público.
“As únicas exceções … do governador, do vice e de seus familiares.” Não tem um pingo de vergonha na cara!! Lastimável tamanha cara de PAU!!!
É só cortar o cabide eleitoral de empregos públicos que SOBRA dinheiro.
Tonto S Mota … não preciso te convencer de nada …
“… e de seus familiares”.
Isso é um tapa na cara de qualquer cidadão.