Laudos do Instituto de Criminalística da Polícia Civil do Distrito Federal comprovam que, além de Sandro Vieira e Alexandre Cerqueira, outros dois servidores da Câmara Legislativa ajudaram a retirar documentos da Casa dias antes da deflagração da Operação Drácon.
Em 22 de agosto de 2016, de acordo com o documento da polícia, “uma pessoa chega ao edifício-sede da Câmara Legislativa e adentra uma sala localizada no quinto pavimento às 6h17 do dia 22 de agosto de 2016. Uma segunda pessoa adentra essa mesma sala às 6h20. A segunda pessoa deixa a sala às 7h13 com objetos na mão e retorna aproximadamente 40 segundos depois, de mãos vazias”, diz o laudo pericial do Instituto de Criminalística. “A caixa retorna vazia nas mãos de uma terceira pessoa, às 7h16. A primeira pessoa, por fim, deixa a sala às 8h20”, acrescenta o documento da PCDF. A Drácon ocorreu em 23 de agosto, uma terça-feira.
Já em 20 de agosto, três dias antes após a deflagração da operação, “uma pessoa chega ao edifício-sede da CLDF pela garagem e adentra uma sala localizada no quinto pavimento, às 10h39, de onde retira objetos e retorna à garagem”. A remoção do material ocorreu em um sábado.
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