Funcionário pinta Fora Temer na fachada do museu
Fora Temer Crédito: Marcelo Ferreira Funcionário pinta Fora Temer na fachada do museu

Funcionário pinta “Fora Temer” no Museu Nacional durante revitalização

Publicado em CB.Poder

MARIANA NIEDERAUER

GABRIELLA BERTONI

“É a minha opinião política, nós temos liberdade de expressão”, disse o funcionário que pintou “Fora Temer” na fachada do Museu Nacional, nesta quarta-feira (05/04), enquanto trabalhava na revitalização do local, que foi alvo de pichações durante as manifestações em 2016.

 

Antes de terminar de pintar a parte mais alta da cúpula do museu, o trabalhador decidiu pichar a frase em que critica o chefe do Executivo federal. Logo depois, apagou os dizeres com a mesma tinta branca. O registro do fotógrafo do Correio Marcelo Ferreira mostra o momento em que o homem termina de pintar a frase.

 

Depois de descer da estrutura que o erguia, o funcionário não quis se identificar, nem conceder entrevista, apenas disse que estava exercendo a liberdade de expressão e se defendeu, afirmando que pintaria a parede por cima depois.

 

Funcionário terceirizado pintou o “Fora Temer”, diz GDF

Segundo o GDF, a obra é de responsabilidade da Secretaria de Cultura e tem como objetivo evitar possíveis infiltrações. A pintura é a última fase do processo, que passou antes por lavagem e impermeabilização. Segundo a secretaria, a primeira etapa utilizou água não tratada, de caminhões-pipa vindos de Cristalina (GO).

 

A previsão inicial para duração do serviço, que começou em 11 de março, era de 20 dias, mas, por conta da chuva, o prazo foi adiado para 21 de abril, aniversário de Brasília.

 

Em nota, a Secretaria de Cultura informou que já entrou em contato com a firma contratada para realizar os serviços. A pasta garantiu que a pintura é uma atitude isolada de um funcionário de firma terceirizada contratada, e acrescentou que o dono tomará as providências cabíveis com relação à conduta do empregado.

 

Fora Temer
Crédito: Marcelo Ferreira

79 thoughts on “Funcionário pinta “Fora Temer” no Museu Nacional durante revitalização

  1. “É a minha opinião política, nós temos liberdade de expressão”. Sim todos têm liberdade de expressão. Você pode se expressar como bem entender, desde que não seja descaracterizando um prédio público, um bem cultural, mesmo que essa descaracterização seja momentânea. E em tempo, quando desejar usar seu direito de expressão use tinta comprada com seu dinheiro, como cidadão eu posso dizer que não quero meus impostos servindo para manifestação política alguma.

    1. Sei… Se fosse “Fora Dilma” há um ano você não teria dito nada. Ou melhor, teria elogiado a “coragem” do rapaz. Me engana que eu gosto, vai…
      (do ponto de vista do dinheiro público, cabe lembrar que o sujeito estava pintando o prédio, ou seja, não gastou nada a mais em tinta).

    2. Os impostos que tu pagas são os mesmos que ele paga. Haja visto que ele pintou utilizando a mesma tinta que cobriu a frase depois, ele não gastou o teu rico imposto para expressar a opinião dele. E em tempo, FORA TEMER USURPADOR! =P

    3. Achei digno é corajoso! Ele representou a indignação de muitos brasileiros que assim como ele sofrerão na pele os efeitos perversos dá terceirização promovida pelo governo golpista e ilegítimo. Ele não desperdiçou a tinta, já que sabia de antemão que era a mesma tinta que na sequência seria usada para terminar a pintura. O patrimônio público​ não foi danificado porque a pintura seguiu sendo feita; era para isso que ele estava ali. Foi um protesto inteligente! Espero que ele não seja demitido!

    4. mais ilegal ainda é tu dar opiniao no anonimato. entao cuida do teu rabo e deixa o peão em paz. pelo menos ele trabalha.. e tu?

    5. O dinheiro de seu imposto sustentou e sustenta todos os delatados que fazem parte do ministério. É uma gangue. E vem vc apoiar a repressão de um trabalhador criativo e indignado? E a tinta, com dizeres ou não, está protegendo a parede da mesma forma. Sua preocupação com o “gasto” é ridícula.

    6. Não houve perda de material. Até se pode alegar uma pequena perda de tempo (em uma conta absurdamente estrita e desumana), mas é tinta pintada fora de ordem, apenas isso. É como escrever uma palavra colocando primeiro as vogais, depois as sílabas.

    7. “não quero meus impostos servindo para manifestação política alguma.”

      kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    8. Só um pouquinho, a frase ficou pouco tempo! O cara não desperdiçou dinheiro de ninguém! Foi durante o processo de pintura! Que idiotice a sua. Nada foi descaracterizado! Vá ser tolo pra lá!!!!!

  2. World Poetry é o teu nome? Oh! COISA LOUCA, não leu a matéria? O cara se manifestou e logo se desfez da frase, pintando por cima. Tá procurando chifre em cabeça de égua?

  3. “Acrescentou que o dono tomará as providências cabíveis com relação à conduta do empregado”. Por curiosidade, quais seriam essas providências cabíveis? Fico com medo pelo emprego desse funcionário.

    1. O Museu Nacional Honestino Guimarães é um museu brasileiro criado e administrado pelo governo de Brasília, capital do Brasil.

    2. O Museu Nacional da República (ou Museu Nacional Honestino Guimarães) fica em Brasília e é o que está registrado nas fotos. É comum museus terem nomes muito parecidos. Tem que corrigir sua cabeça.

  4. Mil vezes obrigada a este funcionário por representar tão bem meu desejo. Levo a foto para meu face porque este gesto merece todo o destaque e me senti totalmente identificada!!! Parabéns por sua ousadia!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

  5. Mesmo pq se “retalharem ” ele será morto !!! Ou seria ” Retaliar “?

    Significado de Retalhar

    Verbo TransitivoCortar em pedaços, reduzir a pranchas: retalhar um boi, uma peça de pano, uma tora de madeira.

    re·ta·li·ar re·ta·li·ar – ConjugarConjugar
    (latim retalio, -are)
    verbo transitivo

    1. Reagir a uma agressão com uma acção semelhante.

    2. Tratar com represálias. = DESAGRAVAR, VINGAR

  6. Quem confunde o trabalho com local de manifestações políticas merece mesmo esse tipo de atitude. São os mesmos que pagos se manifestam durante o expediente, faltando aos compromissos, mas nunca aparecem nas manifestações nos domingos contra a corrupção. Resumindo, vagabundos parasitas!

  7. A tinta e o tempo de serviço que ele desperdiçou ao bel prazer, quem paga?
    Vagabundos e parasitas não conseguem mesmo entender o que é obrigação e dever, só pensam em direitos.

  8. “A pasta garantiu que a pintura é uma atitude isolada de um funcionário de firma terceirizada contratada, e acrescentou que o dono tomará as providências cabíveis com relação à conduta do empregado.” Leia-se, provavelmente o cara será demitido.

  9. cheio de idiotas com saudade do partido CorruPTo que loteou a administração pública com calhordas incumbidos de roubar para o partido e se perpetuar no poder!!! Deviam ter escolhido melhor o vice. Os votos elegeram a chapa inteira. A Dilmanta não consegui ficar de pé na lama, e afundou o país. Alguém tem que juntar os cacos!!!!

  10. FORA TEMER, FORA GOLPISTA, FORA BANDIDOS QUE INFESTAM O CONGRESSO E AÍ BANDO DE IDIOTAS QUE APOIAM O GOLPISTA VÃO FAZER O QUÊ? OUVI DIZER QUE PEGARAM O VAMPIRO TEMER ROUBANDO UM BANCO DE SANGUE.

  11. Se tivesse caído lá de cima e morrido, não saia na primeira página. Isso tudo são frivolidades, questões de aparência. Esse jornal não tem o que noticiar não? Continua sendo medíocre e preconceituoso. As Jornalistas MARIANA NIEDERAUER e GABRIELLA BERTONI tem muito que aprender a fazer jornalismo. Uma notícia não pode ser forjada de forma tão mesquinha como essa, onde a clara intenção é prejudicar o funcionário que aos olhos delas, cometeu um ato absurdo que exige punição. Noticiem as roubalheiras e os ataques a população. Não ao contrário!! O Correio quer tanto essa matéria, para servir de exemplo aos futuros pichadores, que inventou que o funcionário foi punido. Sei que não foi. Isso tudo é uma cortina de fumaça. O problema verdadeiro está na quadrilha do Planalto. Fora Temer!

  12. Segundo o GDF, a obra é de responsabilidade da Secretaria de Cultura e tem como objetivo evitar possíveis infiltrações. A pintura é a última fase do processo, que passou antes por lavagem e impermeabilização. Segundo a secretaria, a primeira etapa utilizou água não tratada, de caminhões-pipa vindos de Cristalina (GO).

  13. Depois de descer da estrutura que o erguia, o funcionário não quis se identificar, nem conceder entrevista, apenas disse que estava exercendo a liberdade de expressão e se defendeu, afirmando que pintaria a parede por cima depois.

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