Credito: Carlos Moura/CB/D.A Press.
Levantamento do Ministério Público de Contas do DF (MPC-DF) aponta que a empresa Fácil, responsável pelo sistema de bilhetagem eletrônica do DF entre 2007 e 2009, teria investido dinheiro público para obter lucros. De acordo com os procuradores, a empresa teria feito uma poupança de R$ 75,4 milhões com os recursos dos créditos de passes livres não usados pelos beneficiários. O MPC investiga se a Fácil embolsou esses recursos sem prestar contas ao governo. A empresa, criada em 2007 e gerida por donos de empresas de ônibus, foi contratada sem licitação.
Além do problema da poupança irregular, também são investigadas outras irregularidades envolvendo a empresa, como falhas no cadastramento de estudantes, uso indevido de cartões de passe livre em dias não letivos e cadastros duplicados de beneficiários,
A Secretaria de Mobilidade do Distrito Federal realizou nesta gestão uma auditoria no programa de passe livre estudantil e identificou irregularidades como a utilização de documentos falsos, como certificados de matrícula. O governo fez um recadastramento do programa.
ANA MARIA CAMPOS/EIXO CAPITAL A Geap Saúde fechou o ano de 2025 com balanço positivo…
Da coluna Eixo Capital, por Ana Maria Campos À Queima Roupa | Marcelo Vitorino, estrategista…
ANA MARIA CAMPOS Morreu nesta manhã (04) o desembargador Maurício Silva Miranda, do Tribunal de…
ANA MARIA CAMPOS/EIXO CAPITAL À Queima Roupa Marcelo Vitorino, estrategista e consultor de marketing político…
Da Coluna Eixo Capital, por Ana Maria Campos Faltam três meses para o fim do…
A vice-governadora Celina Leão (PP) passou o réveillon na Esplanada dos Ministérios, acompanhando os shows…