Um projeto em tramitação na Câmara Legislativa cria um novo mercado para prestadoras de serviço faturarem alto. Se o texto for aprovado, parques, unidades de conservação, instituições de ensino e até produtores de eventos ficam obrigados a contratar brigadas de bombeiros civis para funcionar, sob pena de pagamentos de multas, interdição e proibição de atividades. A proposta, de autoria do deputado Wellington Luiz (PMDB), é um filão para empresas de vigilância, que contam com um lobby político forte no Distrito Federal.
Parecer amigo
O projeto foi aprovado pela Comissão de Segurança da Câmara Legislativa, com parecer favorável de Robério Negreiros (PSDB), na foto. A família do deputado é proprietária da Brasfort, a empresa que mais fatura com contratos de terceirização no DF. Agora tramita na Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF), sob a relatoria do deputado Israel Batista (PV). O texto estabelece até o número de brigadistas que passam a ser exigidos em eventos. Por exemplo, festas e shows com público entre cinco mil e sete mil pessoas terão que contar nove bombeiros civis.
Veto à vista
Se o projeto passar na Câmara Legislativa, o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) deverá vetar, sob o fundamento de que a proposta cria despesas para o governo. Por isso, depende de iniciativa do Executivo. Mas o deputado Wellington Luiz (PMDB), integrante do grupo da presidente da Câmara Legislativa, tem tudo para derrubar o veto. Para bombeiros militares, o projeto cria uma categoria paralela que pode enfraquecer a corporação.


4 thoughts on “Distritais querem criar um novo e lucrativo mercado para empresas prestadoras de serviço”
E assim caminha a banânia!
Nós Bombeiros Civis somos colaboradores da CBMDF, e não como alguns escrevem que somos concorrentes, a nossa união ajuda a órgãos públicos e a população.
Quando o CBMDF chega a uma ocorrência em que tem Bombeiros Civis, já tem quem auxilie a localizar os locais dentro do prédio e nos manobras permitidas dentro de nossas atribuições.
Em acidentes como já comandei, chegam e a vítima ou paciente, já está sendo atendida e muitas vezes já na prancha de socorro pronta para ser transportada ao hospital mais próximo, como já aconteceu e fomos elogiados pelo líder da guarnição do CBMDF.
Enfim, somos parceiros em prol da vida!
Amisterdan
Chefe de Brigada
Isso ai vai é encarecer o custo do evento para o empresário, na visão do organizador do evento ou do parque ou unidade de conservação, para eles é muito melhor contar com o serviço público do que ficar pagando um extra para empresa privada, deputado ja tem muito dinheiro não precisa de explorar o povo assim, na pratica isso ai não é vantagem nenhuma para o empresário, é só uma forma de tornar o evento muito mais caro para o organzador ou parque, não tem nenhuma vantagem real pois nestes casos ai os órgãos públicos tem perfeitamente como suprir a demanda sem precisar contratar nada com empresa de deputado ganancioso!!
Câmara Legislativa é o CÂNCER DO DF.
Deveria ser abolida. Ou explodida! Cadê o Estado Islâmico pra nos dar uma ajuda?